quinta-feira, 10 de outubro de 2019

DIVAGANDO, sobre a v ida e sobre a morte

Acredito que as capacidades do humano, tal como de algumas outras formas de vida, e obedecendo ao conceito da evolução,  não estão esgotadas, nem sequer minimamente alcançadas.
No entanto, e no tempo, que no passa e no que passou, avança-se muito mais em áreas de menor valia, para o entendimento e a continuidade da vida, sem saber, nem  as grandes origens, nem  os destinos a que ela se deve  submeter. A morte por exemplo, (que é afinal o fim dessa vida), é aceite com  uma naturalidade excessiva,  e uma complacência total, salvo como esperança religiosa, nem sempre comummente aceite, sem que se tente desvendar, a razão da sua necessidade ou a da sua utilidade ou até da sua consequência. Morre-se porque é assim mesmo: porque os outros que nos antecederam, também lhes aconteceu o mesmo, Morre-se, porque tudo tem principio e tudo terá inevitavelmente fim. É uma simplicidade que confrange.
E o fim, pode ser eventualmente um ou o principio.
Pessoa muito chegada e muito religiosa, assim me dizia em tom de graça: " Homem, Nunca ninguém veio cá dizer nada...após a morte.
Por mim penso, que é preciso encarar, quer a vida, quer a morte, de forma diferente. Conseguir mais tempo à vida, tentando descobrir as suas limitações. Usar a morte, apenas como refugio para o desencanto, o que poderá nunca acontecer.