sábado, 19 de maio de 2018

O QUE VIEMOS AQUI FAZER?

Enquanto não entendermos o que viemos aqui fazer, (uma espécie de missão que se desconhece  ou  carecida de uma base cientifica "plausível", que não a da continuidade e da evolução), não iremos entender nunca, o que somos, o que vamos ser no futuro  e tudo o que nos rodeia,  sobretudo esta grandiosa dimensão toda ela,  que é a Vida,   neste espaço de tempo que   se iniciou em 2000, e a que já humildemente "apelidei", de alegre "Século da Loucura",
 Mudanças radicais,  comportamentos aberrantes, falta de percepção de boas práticas e boas perspectivas,  vão ao encontro incondicional de uma percepção e de uma interrogação, que se generaliza, mais e cada vez mais, por onde nasce e vive gente. E a interrogação é esta: PORQUÊ E PARA QUÊ?
Ou seja: Se a Vida é uma preparação para "outras Vidas"? Ou se é apenas a sequência natural do Tempo,   do ser e do devir?
Ou se pelo contrário, é a fragilidade dessa "magia" -  Vida",  a limitação das suas virtuais e próprias capacidades-,  a "culpada" ? Uma espécie de ignorância, incapaz de se opor às suas consideradas e naturais barreiras, da qual a morte é algo repudiado e repudiável, mas faz parte e é comummente aceite?
E porque,  Tempo e  Vida, correm vertiginosamente  em paralelo, alimentando-se e destruindo-se mutuamente, deixando quiçá ou não, história na História,,. É caso pois para dizer: parar e reflectir onde estamos e para onde vamos?
E também  perguntar: Vencer a morte é possível?
Se calhar, outra loucura do século. Uma loucura, talvez até, a única que contraria as outras , mas que vale a pena tentar.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

A GRANDE PRIORIDADE

A grande, a  maior  prioridade da VIDA,  é o combate à morte.
Tudo ou quase tudo, se encaixa, nessa incomensurável, maravilhosa, sublime  dimensão, que se chama Natureza e Vida. Um misto, de mistério,  de equilíbrio,  coordenação,  auto eficiência, e auto sustentabilidade  na  adaptação e na evolução, misto de magia e realidade,  que nos leva a  pensar a nós humanos, o que estará por detrás de tudo isto. Que forças, que Mão ou que Mente, que faz da preservação o seu grande e maior conteúdo e destino, algo que nos coloca numa situação de respeito, perante tudo o que nos rodeia e que se chama Universo e Vida.
Por isso mesmo, uma das espécies que porventura terá atingido algum "desenvolvimento" intelectual e mesmo "ousado" ou ter a "ousadia" de se permitir a alguns desafios a essa Natureza - o Homem,  terá, em nome dos desafios e da ciência - porventura, se entende que a vida é ou não susceptível e até digna de ser preservada o maior e mais alargado  tempo útil possível - a longevidade-, e isto para repensar a que vamos trilhando, de inutilidade, do combate a nós próprios, uma pela perda plena desse tempo útil, para podermos mais fazer, mais realizar, mais desvendar, mais compreender, o que somos, o que viemos aqui fazer, e sobretudo o que nos espera após  o fim, que é a morte, algo aceite comummente de forma  ligeira, natural e complacente.
E o Homem, com toda a sua e as suas capacidades (que são muito limitadas) entendeu que é mais fácil matar, do que salvar, ou contribuir para o desafio da sua própria preservação e de toda a vida que o rodeia.
E o desafio é este: sem "matar" a morte, contribuir para que ela morte , seja afastada, o espaço de tempo mais alongado possível: isto não quererá pressupor eternidade, mas é um principio e

É sobretudo um desafio como qualquer outro, que poderá confundir-se com loucura ou na melhor das hipóteses, utopia.

Convém recordar, que existem formas de vida, que são quase eternas.  sem falar apenas nos "espongiários".