Momentos há na vida, que pela sua tristeza, pela sua memória, pelo que representam no percurso de um tempo, aquele que nos trouxe ao convívio do humano, e do não humano, da Natureza e da família, dos amigos e dos inimigos, de tudo o que representou ou representa o nosso percurso de vida, vivida e sentida, nos deixam numa espécie de imponderabilidade, numa flutuação, entre o bem e o mal, o real e o irreal, entre o antigo e o novo, entre o profundamente triste e o irreparável, o abismo e a salvação, que nos surpreende, por se tratar de uma situação nova, rara ou muito pouco sentida, uma espécie de abandono cósmico, de expulsão da vida e do sistema, com se fossemos apenas mais "nada", a acrescentar ao espaço e ao tempo.
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
sexta-feira, 8 de julho de 2022
sábado, 12 de março de 2022
DESTE LADO
De MAR
...É negra até às entranhas, na própria terra, na bagacina das praias, no pó das estradas,
nas casas, nos campos divididos e sub-divididos por muros de lava, nas igrejinhas das aldeias,
requeimadas e tristes.
O aspecto é dum grande luto, duma grande desolação.
In "As ilhas desconhecidas", Raúl Brandão.
Gemem os arvoredos
E as pedras também;
É o Inverno das fomes,
É Inverno dos medos,
Das ânsias e das dores,
É o Inverno nos Açores.
É POUCO
Quem sou eu?
Mas tomo a liberdade de dizer ao Putin: basta! E que acabe com o sofrimento do mundo. E mais, faço um apelo aos que podem fazê-lo, que amordacem este inconsequente, para qua nuca continue a barbárie. O que mais me impressiona, é com tanto espectador em pleno século XXI, com UE, NATO, e tantas outras organizações cuja finalidade é evitar e parar com este tipo de comportamentos, deixem correr o marfim... Não pode ser. Haja desassombro, e vontade de parar com isto, a começar de dentro para fora. Não me falem em medo. Não pode!
sábado, 18 de dezembro de 2021
Quem sou eu?
Mas tomo a liberdade de dizer ao Putin: basta! É que acabe com o sofrimento do mundo. E mais faço: um apelo aos que podem fazê-lo, que amordacem este inconsequente, para que não conntinue a barbárie.
O que mais me impressiona, é que com tanto espectador em pleno século XXI, com UE, NATO, e tantas outras organizações cuja finalidade é evitar e parar com este tipo de comportamentos, deixem correr o marfim.
Não pode ser. Haja desassombro, e vontade de parar com isto, a começar de dentro para fora. Não me falem em medo. Não pode!
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Ilhas desconhecidas ou a magia a descobrir?
Não exagerando: os Acores são uma espécie de "oasis", neste espaço em que vivemos e que se chama Terra. Nove ilhas localizadas no meio deste imenso rio, que se chama oceano Atlântico; mil e quinhentas milhas para um lado, o leste e duas mil e quinhentas para o outro, Oeste, tendo como espectadores os granders centros da civilização e modernidade humana e os grandes continentes, Europe/Africa, de um, Américas, Norte e Sul, do outro. É ainda uma magia intocável e intocada, preservando ainda a natureza no seu melhor, oriunda de grande parte do globo, não lhe escapando a humana, pelo seu povoamento e história. De natureza geológica estritamente vulcânica, à excepção talvez de Santa Maria, é ciclicamente assolada por crises sismicas, por vezes em muito semelhantes, às que as terão gerado. como a dos Capelinhos, em finais de 1957, meados do século XX, qual gerou uma pequena ilha na sua costa.
O panorama humano na sua história de vida, teve momentos altos e muito dificeis. A fome por vezes, rondou por perto. Terras queimadas, comunicações com o exterior deficientes e dificeis, mares tempestuosos. Foi preciso sair para terras mais alargadas por vezes longincuas. O açoriano é, um eterno viajante: foge da terra que o viu nascer que ama e que continua amando e va semear amor vida e amor muito para onde vai. Uma vida de muitas partidas e poucos regressos
terça-feira, 20 de julho de 2021
UM AVISO
A quem teve a "ousadia" de ler o meu último romance, "Sinais de Infinito", e que melhor pensaando, nada tem de romance, é antes uma narrativa, de cunho documental e realidade ficcionada,que demorou alguns anos a construir tendo começado em principios do século XXI e ao qual faz uma abordagem, do que pensa ser o caminho traçado pelo mesmo, (o próprio titulo aponta para uma provavel desorientação humana), em que a tecnologia, decidirá do futuro e da propria sobrevivenci. Poderá mesmo dizer-se que aponta para uma determinada cultura da loucura, em que a propria tecnologia tentará à sua maneira, substituir, alterar, modificar e até suproimir a mente humana. Sobreviverão algumas mentes, que determinarão essa escolha. E apelida-o de "o Século da loucura~. Hoje, passados que são oito anos, somando os que o livro demorou a ser escrito, é possiovel ajuizar se afinal se trata de uma ficção, ou se é uma realidade que nos vem a caminho. Poderá especular-se a intenção do autor, como o próprio titulo, que aponta para um aumento infinito de existencia, com as proprias consequencias que adviriam.
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