Ser justiça ou fazer justiça, é, e será por muitos e bons anos, uma tarefa imensa e uma dificuldade enorme para o ser humano.
Mas essa justiça quando feita, deverá no seu mínimo, ser conseguida através de meios coerentes e minimamente democráticos.
A delação ou denúncia premiada, em termos populares, "bufice", é, em minha opinião, uma antítese à própria justiça.
Dar "regalo", dar "gozo" ou dar regalias ao pequeno "traidor", facilitando a vida ao "justiceiro", mesmo atropelando por vezes, defesas e defensores, para além de riscos imensos, é de uma incoerência política e humana enormes.
Que me perdoem lá, os defensores dessa tese.
Mas, em minha opinião, é tornar ainda mais "injusto", aquilo que chamam justiça.
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
quarta-feira, 31 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
UM "BASTA", MAIS "ENVOLVENTE"
Não sei se tenho o direito de "rir", ou se posso. Se devo dizer sim, não, ou basta.
Vem tudo isto a respeito do muito que passa, após o 25 de Abril, afinal, algo que trazia já "balanço", de outros tempos e eras, menos democratizados.
E a constatação é esta:
Os políticos continuam a ser os "alegres" contemplados dos regimes, sejam eles, democráticos ou não, mesmo levando consigo, epitáfios pouco lisonjeiros. E é um ver "se te avias" com as "guloseimas", que vão usufruindo, além dos proventos das suas carreiras meteóricas, uns, antes ainda de partirem para outras e novas " vidas" lá muito longe, outros, continuando no remanso inesgotável, que as situações vão oferendando em cada dia.
E o "rir", vem daí. Quem se segue? Quem vai ser?
E as políticas, e seus mentores, dão voltas à mona? Como, vai ser com este? Um largo? Praça? "Medalha"? Estatueta em estanho? Bronze? Lata? Numa ruela escondida? Num pátio "sem cantigas"?
E surgem os nomes e as personalidades. E surgem as perguntas e as interrogações também seguidas de comentários:
É pá! Quem é este? E aquele? Que fez? Tem obra feita?
Ninguém sabe.
E vem a resposta: Foi político. É político. E isso basta. E o basta, devia ser mais "envolvente".
Só que não é...
E dá que pensar. Tudo muito politico, muito banal, muito desigual, muito superficial, muito...feio.
Não é apanágio das democracias, mas elas ajudam. E a liberdade é também isto.
Mas tem uma "coisa". Rir não está proibido (por enquanto).
Vem tudo isto a respeito do muito que passa, após o 25 de Abril, afinal, algo que trazia já "balanço", de outros tempos e eras, menos democratizados.
E a constatação é esta:
Os políticos continuam a ser os "alegres" contemplados dos regimes, sejam eles, democráticos ou não, mesmo levando consigo, epitáfios pouco lisonjeiros. E é um ver "se te avias" com as "guloseimas", que vão usufruindo, além dos proventos das suas carreiras meteóricas, uns, antes ainda de partirem para outras e novas " vidas" lá muito longe, outros, continuando no remanso inesgotável, que as situações vão oferendando em cada dia.
E o "rir", vem daí. Quem se segue? Quem vai ser?
E as políticas, e seus mentores, dão voltas à mona? Como, vai ser com este? Um largo? Praça? "Medalha"? Estatueta em estanho? Bronze? Lata? Numa ruela escondida? Num pátio "sem cantigas"?
E surgem os nomes e as personalidades. E surgem as perguntas e as interrogações também seguidas de comentários:
É pá! Quem é este? E aquele? Que fez? Tem obra feita?
Ninguém sabe.
E vem a resposta: Foi político. É político. E isso basta. E o basta, devia ser mais "envolvente".
Só que não é...
E dá que pensar. Tudo muito politico, muito banal, muito desigual, muito superficial, muito...feio.
Não é apanágio das democracias, mas elas ajudam. E a liberdade é também isto.
Mas tem uma "coisa". Rir não está proibido (por enquanto).
GRANDEZA, NA PEQUENEZ
Convém não esquecer, que nós homens, somos muito pequenos, em relação a "Isto" que nos rodeia. Por isso mesmo, opiniões e pensamentos, "como dizem os comentadores", valem o que valem. E é no limiar deste mesmo pensamento, que, e segundo recentes "acontecimentos", no caso religiosos, dá-nos para pensar.
Primeiro: a visita do Papa à Cova da iria. Sem discutir., origens, causas, factos e efeitos, e respeitando quem entende, que a fé lhe é necessária e imprescindível, penso que qualquer humano deve reflectir a seu modo, este acontecimento, sobretudo o que o leva a acontecer.
O segundo: Trata-se das festas do Santo Cristo dos Milagres. E sem querer olvidar ou enfatizar a sua longa história, devo dizer que sobremodo me impressiona essa manifestação de fé. A própria imagem, com o seu semblante triste, embora recamada de jóias e de pedras preciosas, revela uma espécie de riqueza e uma memória, que impressiona sobretudo pelo seu semblante e o seu olhar, de
compaixão, sofrimento, e dor, que nos leva a convocar, a uma espécie de reflexão, que bem vista e observada, traz-nos sempre algo novo, mas muito antigo, a perder-se nas profundezas do Tempo.
E que as religiões, no caso e sobretudo do "lado Ocidental", deste pequeno espaço que se chama Terra, o Cristianismo, que não demitindo réis nem cabeças coroadas ou dividindo mundos, tal como o fez no Tratado de Tordezilhas, é ainda uma força altamente considerável e porque não, também, respeitável.
Primeiro: a visita do Papa à Cova da iria. Sem discutir., origens, causas, factos e efeitos, e respeitando quem entende, que a fé lhe é necessária e imprescindível, penso que qualquer humano deve reflectir a seu modo, este acontecimento, sobretudo o que o leva a acontecer.
O segundo: Trata-se das festas do Santo Cristo dos Milagres. E sem querer olvidar ou enfatizar a sua longa história, devo dizer que sobremodo me impressiona essa manifestação de fé. A própria imagem, com o seu semblante triste, embora recamada de jóias e de pedras preciosas, revela uma espécie de riqueza e uma memória, que impressiona sobretudo pelo seu semblante e o seu olhar, de
compaixão, sofrimento, e dor, que nos leva a convocar, a uma espécie de reflexão, que bem vista e observada, traz-nos sempre algo novo, mas muito antigo, a perder-se nas profundezas do Tempo.
E que as religiões, no caso e sobretudo do "lado Ocidental", deste pequeno espaço que se chama Terra, o Cristianismo, que não demitindo réis nem cabeças coroadas ou dividindo mundos, tal como o fez no Tratado de Tordezilhas, é ainda uma força altamente considerável e porque não, também, respeitável.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
UM MUNDO A REPETIR-SE
A insatisfação ou a "saturação" de um mundo, quiçá semi-louco e hostil, está a levar-nos, por um trilho "estranho", a "regressar" e/ou a repetir, atitudes e temas do passado.
Nessa linha, estará, por exemplo, a heroicidade de ganharmos, pela vez primeira, um primeiro lugar, numa canção da euro visão. Uma temática e até um estilo, que fez gala há uns anos atrás e que não dava para concursos "festivaleiros" como a eurovisão: amor, ternura, e outras "bem-aventuranças" que eram considerados lugares comuns, no dia a dia das gentes.
E isso, em alguns aspectos, quer na arte, quer na própria escrita e até na cultura, nem é mau de todo, porque afinal fizeram-se coisas boas no passado, que foram esquecidas e rotuladas de "deja vue", "demode", etc., etc.
As opiniões mudam e os gostos também, e mudam como o vento, mas o bom permanece eterno, e "irrevogável"
, não tanto como aconteceu com certo político da nossa praça.
E é bom que assim seja. A mudança é precisa, mas sempre para melhor ou para melhorar, não o contrário.
É o que penso.
E fazer comentários, de que isto e aquilo, é o "melhor" ou o "maior", é preciso ter cuidado, até mesmo em futebol, afinal outra loucura do nosso bemfazejo e abençoado tempo.
Nessa linha, estará, por exemplo, a heroicidade de ganharmos, pela vez primeira, um primeiro lugar, numa canção da euro visão. Uma temática e até um estilo, que fez gala há uns anos atrás e que não dava para concursos "festivaleiros" como a eurovisão: amor, ternura, e outras "bem-aventuranças" que eram considerados lugares comuns, no dia a dia das gentes.
E isso, em alguns aspectos, quer na arte, quer na própria escrita e até na cultura, nem é mau de todo, porque afinal fizeram-se coisas boas no passado, que foram esquecidas e rotuladas de "deja vue", "demode", etc., etc.
As opiniões mudam e os gostos também, e mudam como o vento, mas o bom permanece eterno, e "irrevogável"
, não tanto como aconteceu com certo político da nossa praça.
E é bom que assim seja. A mudança é precisa, mas sempre para melhor ou para melhorar, não o contrário.
É o que penso.
E fazer comentários, de que isto e aquilo, é o "melhor" ou o "maior", é preciso ter cuidado, até mesmo em futebol, afinal outra loucura do nosso bemfazejo e abençoado tempo.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Tal como minha santa mae dizia: velhos, sao os trapos
Cada vez mais e mais, dificultam a vida aos velhos; "eufemisticamente" falando, aos "seniores".
Um vê se te avias, meus caros: de governos, governantes e governadores. Em tudo o que mexe, remexe e manda. Nas apólices dos seguros, nas cartas de condução etc., etc., etc. quando, até na condução, provado está, que o maior e mais significativo número de acidentes, acontece entre os mais jovens. Isto para dizer, que os "velhos" são tratados como "coisas", lixo, ou abaixo disso.
Olhando bem a história, e olhando o passado, eram os mais velhos, considerados os mais sábios: Os arcontes, anciãos das velhas, Grécia e Roma.
Isto para dizer, que o respeito acabou, pelo tempo, pela experiência e pela sabedoria que ele ele inspirava.
A seguir só falta mesmo a "injeçãozinha da ordem", a chamada "eutanásia da bicheza", aquela que faziam alguns "lúdicos", amantes da natureza e da "coisa com vida", ( e que ainda continuam), aos canídeos e gatídeos abandonados e apanhados, na rede da desgraça.
Ora digam-me o que é isto?
Um vê se te avias, meus caros: de governos, governantes e governadores. Em tudo o que mexe, remexe e manda. Nas apólices dos seguros, nas cartas de condução etc., etc., etc. quando, até na condução, provado está, que o maior e mais significativo número de acidentes, acontece entre os mais jovens. Isto para dizer, que os "velhos" são tratados como "coisas", lixo, ou abaixo disso.
Olhando bem a história, e olhando o passado, eram os mais velhos, considerados os mais sábios: Os arcontes, anciãos das velhas, Grécia e Roma.
Isto para dizer, que o respeito acabou, pelo tempo, pela experiência e pela sabedoria que ele ele inspirava.
A seguir só falta mesmo a "injeçãozinha da ordem", a chamada "eutanásia da bicheza", aquela que faziam alguns "lúdicos", amantes da natureza e da "coisa com vida", ( e que ainda continuam), aos canídeos e gatídeos abandonados e apanhados, na rede da desgraça.
Ora digam-me o que é isto?
UMA "INESPERADA ONDA DE ALEGRIA... TALVEZ RODEADA "AINDA" DE TRISTEZA, SE INICIOU.
A visita do Papa Francisco, o Festival da Canção, (conquistado por um "herói"), o crescimento económico, (algo que não acontecia há uns anos), o governo "positivo" de António Costa, a Presidência do país de Marcelo Rebelo de Sousa, os índices da economia, jamais alcançados depois do 25 de Abril, são sinais evidentes, de que uma certa alegria, se iniciou, neste pequeno "rincão florido" à beira mar plantado, todo ele chamado Portugal.
Tudo isto, é algo que o povo português já há uns tempos vem merecendo.
Mas a teimosia de alguns e porque não, a estupidez de outros, foi protelando.
Primeiro, a política, a demagogia, o aqui "mando eu", e mais algumas diatribes rodeadas de floreados políticos, afinal que nem são apanágio deste ou daquele governo, mas de um século que se iniciou sob a égide da incerteza e porque não (?), da loucura, e que vem castigando a raça humana.
É caso para dizer: vamos ajudar para que se consiga sair desta fossa que nos metemos,
ou melhor, que nos meteram?
Vamos a isso!
A visita do Papa Francisco, o Festival da Canção, (conquistado por um "herói"), o crescimento económico, (algo que não acontecia há uns anos), o governo "positivo" de António Costa, a Presidência do país de Marcelo Rebelo de Sousa, os índices da economia, jamais alcançados depois do 25 de Abril, são sinais evidentes, de que uma certa alegria, se iniciou, neste pequeno "rincão florido" à beira mar plantado, todo ele chamado Portugal.
Tudo isto, é algo que o povo português já há uns tempos vem merecendo.
Mas a teimosia de alguns e porque não, a estupidez de outros, foi protelando.
Primeiro, a política, a demagogia, o aqui "mando eu", e mais algumas diatribes rodeadas de floreados políticos, afinal que nem são apanágio deste ou daquele governo, mas de um século que se iniciou sob a égide da incerteza e porque não (?), da loucura, e que vem castigando a raça humana.
É caso para dizer: vamos ajudar para que se consiga sair desta fossa que nos metemos,
ou melhor, que nos meteram?
Vamos a isso!
terça-feira, 2 de maio de 2017
A ARROGANCIA, A INDELICADAZA, O DERESPEITO, A GROSSERIA E A FALTA DE VERGONHA
A arrogância, mais do que uma atitude individual e colectiva, alias reprovável, eh para alguns, uma forma de estar na vida, de pensar e de sentir, que remonta a velhos tempos do anterior regime. Com mais de quarenta anos de democracia em Portugal, pensávamos, que, com o "beneplácito" dos ideais democráticos, ela se extinguisse ou pelo menos fosse banida ou compelida a diminuir. Nada mais errado. Cresceu a olhos vistos. E eh ve-la de todos os ângulos e por todos os lados. Desde as mais altas magistraturas, ao mais sisudo e humilde manga de alpaca.
A pseudo-importância, ou um poder mal assumido, gera essa confusao e essa gente, sequiosa de parecer ou querer ser grande. E ela arrogância, nao vem sozinha, traz consigo companheiros e companhias, que sao a indelicadeza, o desrespeito, a grosseria, e a falta de vergonha.
A pseudo-importância, ou um poder mal assumido, gera essa confusao e essa gente, sequiosa de parecer ou querer ser grande. E ela arrogância, nao vem sozinha, traz consigo companheiros e companhias, que sao a indelicadeza, o desrespeito, a grosseria, e a falta de vergonha.
Subscrever:
Mensagens (Atom)