A grande "maestrina" da actualidade, chama-se hipocrisia.
Ser-se hipócrita, é possuir-se "meio caminho andado" para o sucesso, para o bem-estar, para a popularidade, para o "dolce-far-niente".
O século XXI cultiva a hipocrisia com o maior cuidado e o mais despudorado carinho; em cada esquina, em cada rua, em cada instituição. Sobe à comunicação social ; desce ao desporto. Viaja de avião, autocarro, sedan escarlate; de muletas. Até se "introduziu" naquilo a que chamam justiça-, " a feita de homens para homens e outros viventes, mais descalços e doridos.
Come e regorgita "verdades" a toda a hora, tempo e velocidade. E quando não as tem, repete-as, e passam a ser.
A rectidão, a honestidade, e outras "obscenidades" que nos ensinaram quando "pechinchinhos", são mera diversão para os mais incautos, quiçá mais tolos.
Trilhamos impavidamente o século da loucura.
Aquilo a que chamávamos consciência, honestidade, integridade, desapareceu. Em seu lugar, nasceu um "bateman", vazio de alma e coração, que só pensa em dinheiro, seja a que preço for.
Até onde essa feroz, aná
rquica, inconsciente e inconsequente corrida?
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
segunda-feira, 23 de maio de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Em demcracia a indignação é precisa
Cada vez mais me convenço, de que o exibicioismo e o "show off," são talvez as grandes e maiores "armas" da actualidade política. E os Açores. "ilhotas no meio do Atlântico, são o expoente desse tipo de pensamento,quer dos homens ligados ao capital, quer dos ditos ligado à política. Isto para dizer que desenvolvimento, apenas para quem tem já "algum" ou alguns sinais de desenvolvimento. Os outros, que fiquem na fila de espera ou que aguardem por um novo 25 de Abril, ou qualquer outra nuance que traga outras formas (ou fórmulas) de mentalidade que não comprometam mais o desenvolvimento. E vive-se esse ramerrame.à espera que algo se modifique, que aconteça, um espécie de milagre sem intervenientes divinos, tudo isso para melhor ou para melhorar.Enquanto, e por exemplo, os transportes aéreos para o exterior, beniificiam algumas ilhas (São Miguel e Terceira qqqque já viram os benificios ) outras há, que as asas de um avião high ou low cost, mal lhes toca. Passam por cima e ao lado, dedilhando melopeias de invejas e outros impropérios de quem os vê, de baixo para cima
È os Açores que temos no seu melhor, os habitantes que somos, o país que nos deu ( ?) origem, todo um mundo de dinheiro gerado, e da gente que o faz girar, que o procura ardentemente, e que às populações diz: "nada"
E não me falem em governações à direita ou à esquerda, porque a velha e já agora execranda frase do salazarismo de que "não se justifica" que brota muito nuralmente quando não há vontade ou não interessa, continua tão actual hoje, como ontem. E olha-se para uma região retalhada, prenha de bairrismos bacocos, velhas quesilias de outros tempos, rivalidads tolas, saudosismos estúpidos.
Tudo isso dá-me para rir. A democracia, a autonomia, são palavras para encher peitos feitos e cabeças balofas.
Falo particularmente do Faial e de outras ilhas que continuam tão perifericas como há dois séculos atrás, com a agravante, no caso do Faial, de nem ser sede de Distrito, algo que tanto custou a conseguir e feito por mérito próprio respeitando a história e a própria geografia, a maior marca das ilhas.Os Distritos por cá´acabaram e continuam em Portugal.Isto quer dizer o quê? Que os Açores nem são Portugal?Nium local onde a geografia fala mais alto do que tudo, até do que a históia, mesmo neste malfadado século XXI
Vão-se paulatinamente retirando condições (de vida), isto aliado à debandada provocada por sismos e mal feitorias naturais, à falta de capitais para investir, falta de gente para atrair a iniciativa e o consumo, numa palavra, a fixação de gente, torna o Faial e algumas outras ilhas, paraísos, não fiscais, mas paraísos luxuriantes e belos, mortos.
Acresce que diversos organismos que traziam emprego (o pequeno comércio, certas e determinadas repartições, organismos públicos, militares, etc.) tudo se volatilizou, levantando armas e bagagens a caminho de leste ou para outras paragens de levante.-Por agora não me falem em região autónoma, falem sim, de outra coisa qualquer,
Os obreiros do 25 de Abril diziam com alguma graça: "discutam; procurem soluções" E eu digo; criem algo como indignação. Está a ser precisa
È os Açores que temos no seu melhor, os habitantes que somos, o país que nos deu ( ?) origem, todo um mundo de dinheiro gerado, e da gente que o faz girar, que o procura ardentemente, e que às populações diz: "nada"
E não me falem em governações à direita ou à esquerda, porque a velha e já agora execranda frase do salazarismo de que "não se justifica" que brota muito nuralmente quando não há vontade ou não interessa, continua tão actual hoje, como ontem. E olha-se para uma região retalhada, prenha de bairrismos bacocos, velhas quesilias de outros tempos, rivalidads tolas, saudosismos estúpidos.
Tudo isso dá-me para rir. A democracia, a autonomia, são palavras para encher peitos feitos e cabeças balofas.
Falo particularmente do Faial e de outras ilhas que continuam tão perifericas como há dois séculos atrás, com a agravante, no caso do Faial, de nem ser sede de Distrito, algo que tanto custou a conseguir e feito por mérito próprio respeitando a história e a própria geografia, a maior marca das ilhas.Os Distritos por cá´acabaram e continuam em Portugal.Isto quer dizer o quê? Que os Açores nem são Portugal?Nium local onde a geografia fala mais alto do que tudo, até do que a históia, mesmo neste malfadado século XXI
Vão-se paulatinamente retirando condições (de vida), isto aliado à debandada provocada por sismos e mal feitorias naturais, à falta de capitais para investir, falta de gente para atrair a iniciativa e o consumo, numa palavra, a fixação de gente, torna o Faial e algumas outras ilhas, paraísos, não fiscais, mas paraísos luxuriantes e belos, mortos.
Acresce que diversos organismos que traziam emprego (o pequeno comércio, certas e determinadas repartições, organismos públicos, militares, etc.) tudo se volatilizou, levantando armas e bagagens a caminho de leste ou para outras paragens de levante.-Por agora não me falem em região autónoma, falem sim, de outra coisa qualquer,
Os obreiros do 25 de Abril diziam com alguma graça: "discutam; procurem soluções" E eu digo; criem algo como indignação. Está a ser precisa
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
A CULTURA ?
O Primeiro Ministro há uns dias indigitado, perdão,"indicado" segundo, algumas más línguas deste rincão florido, à beira mar plantado, fez gala, na sua campanha eleitoral (e bem), de eleger como paixão, a cultura, isto se alcançasse o poder, o que habilmente conseguiu, algo que partilho e subscrevo inteiramente.
Oxalá não se distraia e se esqueça, como vem sendo hábito com outros "bons" governos e políticos da praça portuguesa.
É que um país, uma região, um arquipélago, uma comunidade, sem cultura, não é mais do que uma parreira sêca, sem folhas e sem uvas.
A cultura por parte da maioria dos governos de direita (e os de esquerda também alinham), tem sido deixada ao sabor do vento e à gula dos mercados, crescendo, quanto mais esse substracto se adensa, se desvia ou se deriva para as "bandas" da direita.
Falo na escrita, por exemplo - Quem ganha e quem perde? O "criador? O vendedor? O vendilhão?
Falo de uma cultura, que nos governos mais recentes, anda mais na "mochila" do que na "pasta", já que Pasta de Ministério de Culura, não tenho dela conhecimento há uns bons e imemoráveis anos, sendo que, e mesmo assim, há e houve Ministérios e Ministros sem Pasta, e pior, Pastas sem Ministros, ao que parece, porque não fizeram ou não fazem lá falta.
Quero com este"figurativo"dizer, que a "Mochila" é mais fácil de alijar do que a "Pasta".
Aqui pelos Açores, refiro-me concretamente à ilha do Faial, uma ilha de uma região onde nem damos pela intervenção do seu Governo, o Regional (se é que é), nessa matéria.Tal como "o ex- lá de fora", é todo virado para as questões "muito económicas e muito (ou pouco) financeiras".
Permitam-me mais um ténue desabafo. Não sei como há ainda quem escreva e "diga coisas". Por vezes até penso, que estamos nos "antigamentos", tal o abandono a que vejo toda essa "execranda" temática. Mas é a verdade. Não há quem divulgue, não há quem acarinhe, não há quem diga: é pá, há gente que quer fazer "qualquer coisa" pela cultura, isto claro está, a não ser , que o (dito ou ditos ) se abeirem ou comam à mesa do "santuário" , uma "inofensiva prostituiçãozinha", que não faz o meu jeito e que me desagrada de baixo a cima e profundamente.
Pobre gente, toda ela-.
Afinal e melhor pensando, falta-lhes apenas um pequeno"apêndice" que é a cultura...embora se sirvam dela quando melhor convém...
.
Oxalá não se distraia e se esqueça, como vem sendo hábito com outros "bons" governos e políticos da praça portuguesa.
É que um país, uma região, um arquipélago, uma comunidade, sem cultura, não é mais do que uma parreira sêca, sem folhas e sem uvas.
A cultura por parte da maioria dos governos de direita (e os de esquerda também alinham), tem sido deixada ao sabor do vento e à gula dos mercados, crescendo, quanto mais esse substracto se adensa, se desvia ou se deriva para as "bandas" da direita.
Falo na escrita, por exemplo - Quem ganha e quem perde? O "criador? O vendedor? O vendilhão?
Falo de uma cultura, que nos governos mais recentes, anda mais na "mochila" do que na "pasta", já que Pasta de Ministério de Culura, não tenho dela conhecimento há uns bons e imemoráveis anos, sendo que, e mesmo assim, há e houve Ministérios e Ministros sem Pasta, e pior, Pastas sem Ministros, ao que parece, porque não fizeram ou não fazem lá falta.
Quero com este"figurativo"dizer, que a "Mochila" é mais fácil de alijar do que a "Pasta".
Aqui pelos Açores, refiro-me concretamente à ilha do Faial, uma ilha de uma região onde nem damos pela intervenção do seu Governo, o Regional (se é que é), nessa matéria.Tal como "o ex- lá de fora", é todo virado para as questões "muito económicas e muito (ou pouco) financeiras".
Permitam-me mais um ténue desabafo. Não sei como há ainda quem escreva e "diga coisas". Por vezes até penso, que estamos nos "antigamentos", tal o abandono a que vejo toda essa "execranda" temática. Mas é a verdade. Não há quem divulgue, não há quem acarinhe, não há quem diga: é pá, há gente que quer fazer "qualquer coisa" pela cultura, isto claro está, a não ser , que o (dito ou ditos ) se abeirem ou comam à mesa do "santuário" , uma "inofensiva prostituiçãozinha", que não faz o meu jeito e que me desagrada de baixo a cima e profundamente.
Pobre gente, toda ela-.
Afinal e melhor pensando, falta-lhes apenas um pequeno"apêndice" que é a cultura...embora se sirvam dela quando melhor convém...
.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
SALPICOS EM MARÉ CHEIA
Salpicos que nos levam a fugir ao remanso da lágea tépida por onde nos instalámos, olhando o mar, que cioso da missão que lhe foi confiada, vai lambendo as "margens" salinas da memória, num olhar nostálgico de saudade, ao que éramos, ao que fomos, ao que somos ou ao que queremos realmente ser, por vezes tempos nostálgicos, em que a vida era claramente outra, mas era a vida que tínhamos e a que existia no tempo.
É que a vida afinal é mesmo assim, toda ela feita e arquitetada para ser vivida, recriada e recordada, porque recordar é, e será sempre, viver para reviver:
Princípio da década de 60 do século passado
A Horta, mal acordara de um truculanto e longo sonho de Inverno, vindo de uma enorme e demorada crise sísmica, que se iniciara pouco mais de dois anos antes, mais concretamente no ano de 1957 e que deixara marcas no sarro da amargura, com que as catástrrofes costumam inadvertidamente brindar os seus "locatários".
O "Terra Alta", um "barquelho" semi-cabinado, parcela heróica de infindáveis e imemoráveis sagas marítimas, que conjuntamente com o "Ribeirense" e o "Santo Amaro", constituiam os chamados "Barcos do Pico", não se cansava de "acarrear", gente que perdera tudo ou quase, menos talvez o sonho e a esperança,- os sinistrados- , a caminho das terras do sonho e da utopia, - do Tio Sam, das Américas, da terra ´"das dolares".
Tempo que deu para tudo, porque a felicidade parecia mais forte do que a lágrima: Iam para terras, em que até os sacos de roupa, cheiravam...
Abençoada fé. Abençoada gente.
Foi a primeira imagem com que me brindou o Faial.
Eles foram e foram muito bem, embora com a alma esfrangalhada e a saudade no dorso.
Os que ficaram, foram-se "ajustando". E o ajustar, significava, não haver carpinteiros, pedreiros,
artifices de toda a ordem..
Terra mártir o Faial. Fábrica de emigrantes, de gente "escorraçada" por aquilo que ama e sempre amou.
Agora assiste-se a uma espécie de centralização, em uma ou duas ilhas, uma política inexplicável e inexplicada.
Vale a pena tentar perceber esta experiência autonómica.
Se vale ou valeu a pena.
A verdade, é que a vida continua. O resto ficará para a história...
.
.
.
É que a vida afinal é mesmo assim, toda ela feita e arquitetada para ser vivida, recriada e recordada, porque recordar é, e será sempre, viver para reviver:
Princípio da década de 60 do século passado
A Horta, mal acordara de um truculanto e longo sonho de Inverno, vindo de uma enorme e demorada crise sísmica, que se iniciara pouco mais de dois anos antes, mais concretamente no ano de 1957 e que deixara marcas no sarro da amargura, com que as catástrrofes costumam inadvertidamente brindar os seus "locatários".
O "Terra Alta", um "barquelho" semi-cabinado, parcela heróica de infindáveis e imemoráveis sagas marítimas, que conjuntamente com o "Ribeirense" e o "Santo Amaro", constituiam os chamados "Barcos do Pico", não se cansava de "acarrear", gente que perdera tudo ou quase, menos talvez o sonho e a esperança,- os sinistrados- , a caminho das terras do sonho e da utopia, - do Tio Sam, das Américas, da terra ´"das dolares".
Tempo que deu para tudo, porque a felicidade parecia mais forte do que a lágrima: Iam para terras, em que até os sacos de roupa, cheiravam...
Abençoada fé. Abençoada gente.
Foi a primeira imagem com que me brindou o Faial.
Eles foram e foram muito bem, embora com a alma esfrangalhada e a saudade no dorso.
Os que ficaram, foram-se "ajustando". E o ajustar, significava, não haver carpinteiros, pedreiros,
artifices de toda a ordem..
Terra mártir o Faial. Fábrica de emigrantes, de gente "escorraçada" por aquilo que ama e sempre amou.
Agora assiste-se a uma espécie de centralização, em uma ou duas ilhas, uma política inexplicável e inexplicada.
Vale a pena tentar perceber esta experiência autonómica.
Se vale ou valeu a pena.
A verdade, é que a vida continua. O resto ficará para a história...
.
.
.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
RÉPLICA DE UM "GRISALHO"
Não faz muito tempo, que um "garoto", movendo-se por um sensacionalismo doentio, terá dito que os "grisalhos" estariam "a mais" ou "fora de tempo". Esse garoto, reflecte, a mentalidade de uma certa juventude ( felizmente muito pouca), que ora vai grassando, por este mundo cão, de Deus e do Diabo.
Apetece-me dizer:-lhe: os grisalhos, (aqueles que por cá ainda se arrastam) meu sac..., foram aqueles que te ofereceram este mundo que tens e onde de reclinas, que te deram as valências que possues, quer profissionais, quer universitárias, com o seu trabalho, com os seus sacrificios, com os seus impostos, com o seu dinheiro, muito suado e "mal amado". Esses grisalhos, foram os teus pais, avós, alguns que passaram aquilo que nunca conheces-te e oxalá que nunca venhas a conhecer. Que te aliviaram de todas as agruras, canseiras, que por vezes de tudo se despojaram, para não teres de passar por aquilo que eles passaram.
Quando, como agora vejo, essa garotada desrespeitando tudo, com sede e arrogância de poder, só lhes desejo que tivessem tido um Salazar, para lhes adoçar o bico, que e melhor pensando, era mais sensato que muitos deles que andam por aí.
Esta palhaçada a que agora estamos a assistir, é bem elucidativa do que digo. Afinal o país agora é que está mesmo de tanga,emboradigam que oscofres estão cheio, só sede me.... Tudo foi privatizado, vendido em leilão, numa sede de dinheiro que nunca se viu e que assusta.
É caso para dizer: moderação e sensatez precisam-se. E acrescentar: aquilo que se designa por esquerda e por direita, faz-nos reflectir. Mas esta rapaziada, sobretudo aquela que anda bem pela direita, uma nova direita que assusta, e usa de um revanchismo que náo senti a Salazar, o que pretende?.
Alguns são mesmo "potenciais" salazarinhos e salazarentos, sem nunca o terem conhecido como eu, que apanhei todo o seu consulado, pelo menos desde 1934.
.
Valha-nos Deus. Ao que isto chegou...
Apetece-me dizer:-lhe: os grisalhos, (aqueles que por cá ainda se arrastam) meu sac..., foram aqueles que te ofereceram este mundo que tens e onde de reclinas, que te deram as valências que possues, quer profissionais, quer universitárias, com o seu trabalho, com os seus sacrificios, com os seus impostos, com o seu dinheiro, muito suado e "mal amado". Esses grisalhos, foram os teus pais, avós, alguns que passaram aquilo que nunca conheces-te e oxalá que nunca venhas a conhecer. Que te aliviaram de todas as agruras, canseiras, que por vezes de tudo se despojaram, para não teres de passar por aquilo que eles passaram.
Quando, como agora vejo, essa garotada desrespeitando tudo, com sede e arrogância de poder, só lhes desejo que tivessem tido um Salazar, para lhes adoçar o bico, que e melhor pensando, era mais sensato que muitos deles que andam por aí.
Esta palhaçada a que agora estamos a assistir, é bem elucidativa do que digo. Afinal o país agora é que está mesmo de tanga,emboradigam que oscofres estão cheio, só sede me.... Tudo foi privatizado, vendido em leilão, numa sede de dinheiro que nunca se viu e que assusta.
É caso para dizer: moderação e sensatez precisam-se. E acrescentar: aquilo que se designa por esquerda e por direita, faz-nos reflectir. Mas esta rapaziada, sobretudo aquela que anda bem pela direita, uma nova direita que assusta, e usa de um revanchismo que náo senti a Salazar, o que pretende?.
Alguns são mesmo "potenciais" salazarinhos e salazarentos, sem nunca o terem conhecido como eu, que apanhei todo o seu consulado, pelo menos desde 1934.
.
Valha-nos Deus. Ao que isto chegou...
sábado, 17 de outubro de 2015
Um par de botas Ou as botas ao contrário?
Não deixa de suscitar alguma reflexão e apreensão, o que ultimamente tem surgido, um "tanto à revelia" das cabeças mais pensantes, conservadoras ou "coroadas" deste país", que se materializa, num hipotético acordo da esquerda
Esta última experiência de coligação de direita, em minha opinião, foi desastrosa, muito embora tenha defensores e candidatos a uma política idêntica. E a conclusão é: que
o país está dividido e que a direita (mais ou menos democrática), continua com alguma (direi mesmo), muita pujança.
Uma direita feita e urdida sobretudo por jovens, de que Oliveira Salazar não teria muitas razões para se envergonhar. E aí, tenho de dizer, que o António, e em determinados aspectos, tinha uma visão mais equilibrada e menos "derrotista", à falta de melhor termo, do que as políticas que ora vejo implementadas, começando pela estabilidade no emprego, honrando a função pública e o Estado, não vendendo ou cedendo ao estrangeiro, estruturas económicas, ao desbarato.
Mas, o "despeciendo" e intrigante, é que, ao fim de quarenta anos Democracia, não se conceba que possa haver um governo de, ou mais à esquerda.
E não se trata de gostar ou não, mas da sua exequibilidade.
Admira-me até que se pense em catástrofe se acaso isto acontecer. Dá para rir, quando saído da boca, de gente que se diz ser democrática.
Ora isto é no mínimo ridículo.
Ou se aceita as regras da democracia ou deixa-se a democracia "espraiecer" e regressa-se a novas fórmulas, quiçá desejadas por alguns abencerragens da coisa política...esta traduzida em benesses próprias, para si e para os mais próximos....
Mas o que se vê na verdade, é sede de poder e muita ganância política.
Este governo que por lá andou, cometeu muitas gafes, direi até que o país lhe deve a História ao contrário, tantas e tão boas idealizou.
Por mim, como rabiscador avulso há cerca de seis décadas, e tal como no futebol, que ganhe o melhor, não vou dizer para Portugal ou para o "Portugal à Frente", mas para o povo, e para as pessoas,
mais concretamente. Ideal seria, a integração de uma maioria estável na Assembléia, representativa do voto popular, mais alargada quanto possível. Mas se não houver, que siga o funeral. O Zé já se habituou a tanta arbitrariedade...democrática...
Esta última experiência de coligação de direita, em minha opinião, foi desastrosa, muito embora tenha defensores e candidatos a uma política idêntica. E a conclusão é: que
o país está dividido e que a direita (mais ou menos democrática), continua com alguma (direi mesmo), muita pujança.
Uma direita feita e urdida sobretudo por jovens, de que Oliveira Salazar não teria muitas razões para se envergonhar. E aí, tenho de dizer, que o António, e em determinados aspectos, tinha uma visão mais equilibrada e menos "derrotista", à falta de melhor termo, do que as políticas que ora vejo implementadas, começando pela estabilidade no emprego, honrando a função pública e o Estado, não vendendo ou cedendo ao estrangeiro, estruturas económicas, ao desbarato.
Mas, o "despeciendo" e intrigante, é que, ao fim de quarenta anos Democracia, não se conceba que possa haver um governo de, ou mais à esquerda.
E não se trata de gostar ou não, mas da sua exequibilidade.
Admira-me até que se pense em catástrofe se acaso isto acontecer. Dá para rir, quando saído da boca, de gente que se diz ser democrática.
Ora isto é no mínimo ridículo.
Ou se aceita as regras da democracia ou deixa-se a democracia "espraiecer" e regressa-se a novas fórmulas, quiçá desejadas por alguns abencerragens da coisa política...esta traduzida em benesses próprias, para si e para os mais próximos....
Mas o que se vê na verdade, é sede de poder e muita ganância política.
Este governo que por lá andou, cometeu muitas gafes, direi até que o país lhe deve a História ao contrário, tantas e tão boas idealizou.
Por mim, como rabiscador avulso há cerca de seis décadas, e tal como no futebol, que ganhe o melhor, não vou dizer para Portugal ou para o "Portugal à Frente", mas para o povo, e para as pessoas,
mais concretamente. Ideal seria, a integração de uma maioria estável na Assembléia, representativa do voto popular, mais alargada quanto possível. Mas se não houver, que siga o funeral. O Zé já se habituou a tanta arbitrariedade...democrática...
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
O DESCALÇAR DA BOTA
Uma situação "bizarra", esta que nos lega o resultado destas eleições. Poderia dizer-se "caricata", o que não é, porque em Democracia é assim mesmo: pode eventualmente haver uma maioria de direita (esta coligação que governou os últimos quatro anos assim o foi) e poderá surgir também uma de esquerda e/ou outras alternativas em que haja acordos ou consensos. Nada mais natural em Democracia. Afinal, nem a Democracia, nem a governação, são "património" de quem quer que seja.
Não se entende os "medos" surgidos agora, quando afinal, nunca tivemos "tantos sobressaltos" nestes últimos quatro anos.
Agora que há por parte do Presidente da República uma bota para descalçar, disso ninguém tem dúvida.
É esperar para ver.
E muito pior do que tem acontecido, não é suposto acontecetr, mas vamos aguardar para ver...
.
Não se entende os "medos" surgidos agora, quando afinal, nunca tivemos "tantos sobressaltos" nestes últimos quatro anos.
Agora que há por parte do Presidente da República uma bota para descalçar, disso ninguém tem dúvida.
É esperar para ver.
E muito pior do que tem acontecido, não é suposto acontecetr, mas vamos aguardar para ver...
.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



