sexta-feira, 11 de novembro de 2016

UM POETA QUE ERA MUSICO OU UM MUSICO QUE ERA POETA

Cohen deixou-nos. Tinha 82 anos.
Foi mais uma perda para o mundo.
 Outros virao, certamente tambem talentosos, mas preencher o seu lugar, nao serah  facil.  O lugar de Cohen jamais sera preenchido porque Cohen era  
 alguem diferente. Algumas das suas melodias e das suas poesias, eivadas de amor e melancolia, abordando temas como o amor, a vida e a morte, ecoarao ainda por muitos e  longos anos,  a desafiar a sensibilidade e a saudade para muitas geraçoes.
Que viva eternamente.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Nao vamos acreditar que seja o tal "principio do fim", que hah tanto se vem anunciando

mas, a ajuizar por tudo o que foi dito e feito, nesta campanha eleitoral para a Presidencia dos Estados Unidos, ha uma tenue indicaçao de que poderah eventualmente ser isso mesmo ou seja, o principio de qualquer coisa menos boa para as pessoas e para o mundo em geral.
Tudo falhou nas expectativas e nas previsoes. A propria comunicaçao do pais mais avançado do mundo, foi um desastre e uma vergonha. Daqui para a frente, nao ha mais previsoes e mais vergonha.
A politica estah cada vez mais desacreditada, a America cada vez mais dividida, o mundo atonito, confuso, tentando "lamber" uma ferida: a instabilidade e a desorientaçao.
Democracia? Por andas? O que es? Para que serves? A quem serves? Por onde moras?


sábado, 5 de novembro de 2016

Assustador, é o que estará a acontecer nestas eleições, para a Presidência da mais poderosa nação da Terra. Dir-se-á  até que algumas das  profecias renascidas das cinzas do passado, surgem agora   numa altura em que o mundo tenta reabilitar-se de crises e guerras sucessivas, de violência de toda a ordem e espécie, gerando morte constante e contínua, de instabilidade regional intensa em diversas partes do globo.
O discurso de um dos candidatos, é de tal modo assustador e incoerente,  que a ser concretizado o seu acesso à Presidência, põe ou pode pôr em causa, todos ou quase todos os ideais e pressupostos consagrados nas Constituições dos  sistemas ditos democráticos, que ao longo dos anos, com tanto esforço e sacrifício  tantas gerações têm sabido fazer e honrar.
A América precisa de Presidentes, não como Trump, mas como Lincoln, Jefferson, e mais recentemente Roosvelt ou Truman.
Votar "bem" nesse caso, deixou de ser uma responsabilidade regional, nem só  para a América em particular, mas para o bem do mundo, de todo o mundo em geral.

ASSUSTADOR

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Numa altura em que um português, o eng, António  Guterres, assume o mais alto cargo de uma das mais relevantes e prestigiadas instituições internacionais, que é o de ser Secretário-Geral das Nações Unidas,   pensamento criado por um dos grandes vultos da política norte-americana e internacional, Franklin Delano Roosvelt,  que foi o seu grande mentor e do também  chamado "New Deal", algo que trouxe os Estados Unidos para a ribalta do mundo das nações  civilizadas, para além de nos congratularmo-nos pelo facto,  algo que muito nos prestigia, deixamos, a troco de alguma curiosidade, talvez mal divulgada, porque não concretizada no tempo, o facto de Roosvelt ter a intenção de criar  a sede, daquilo que idealizara e que viria ser as Nações Unidas (ONU), curiosamente em Portugal, mais concretamente numa cidade de uma ilha dos Açores - na cidade da  HORTA, ilha do Faial.

Assim o manifestou, aquando da sua passagem  em 1919 pela Horta (o que aconteceu há quase cem anos), tal a impressão que lhe causou a pequena cidade açoriana, a sua bela e imensa baía, o feixe internacional de comunicações por cabo, que ali existia (um dos maiores do mundo, na altura),  a sua beleza e um certo distanciamento das pressões internacionais, dos lobys e de outras formas de "persuasão" e poder menos licitas ou mais estranhas.
 Foi apenas um sonho que não se concretizou, que se acaso  acontecesse, os Açores em geral, e a Horta muito em particular, teriam tido certamente outro futuro.
A sua morte prematura, terá  negado esse "sonho", dele e talvez nosso.
E foi pena.    


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Grande confusão e alguma "bagunça" é o que tem sido o trabalho da  "repavimentação" da Rua Príncipe Alberto de Mónaco, ex-canada de Porto Pim, (a Horta era uma cidadzinha de canadas e canadinhas  e ainda existe uma com este topónimo ), a dos Arrendamentos, a  de Beliago, que ostentava entre  outros, os topónimos, o   de Gonçalves, um ilustre desconhecido,   das Companhias, dos Ingleses, havia  outras com nomes mais sonantes, bizarros,  engraçados ou hilariantes, como o das Cabras, (agora Tenente Simas), do Moinho, e mais,  e até melhor pensando, a Horta continua  uma "cidadezinha de canadas" com uma topomínia que dá  vontade de sorrir ou mesmo rir às gargalhadas, nalguns casos, e diga-se em abono da verdade, com pouca vontade de crescer. Esta é   a realidade. Fizeram-se umas ruas (em boa hora  no "reinado" de um autarca com alguma visão, diga-se, raridade nessa classe sub-desenvolvida), mas sem seguimento, ali para os lados de cima,  a meia-encosta, mas  foi "chão-que-deu-uva".  Nem a "famigerada" envolvente, um pequeno sonho que tem dado que falar, nem nada que se lhe cheire ou pareça. Continua como há  duzentos anos atrás. A culpa? Das pessoas com certeza, sobretudo, das que tem integrado o leque de poder local,  regional e até nacional.
Ora vejam: da Rua agora chamada Consul Dabney, ( um "benemérito" diz-se, norte-americano, que fez  vida por aí com familia e tudo,  enquanto o negócio foi dando. e não teve  concorrência de outros forasteiros, como os Bensaude), forasteiros,  que aqui se fixam,  não pelos olhos bonitos dos açorianos, mas pelos negócios, quanto mais chorudos, melhor, continua, como antanho, com uma única alternativa viária para sul, a dita dos Arrendamentos.  Quando a rua Príncipe Alberto de Mónaco se entope -, essa canada,  é a única  alternativa para sul-, canada essa que continua mesmo canada boa e digna de todo o terreno bem espartanos, (algo que não faz sentido, socorrendo-se para retorno (norte),  de uma artéria, afinal citadina e de certa relevância, (?) mas com pouco mais de três metros de largura,  que é a rua Conselheiro Terra Pinheiro, nome de outro ilustre desconhecido da nossa toponímia. É  mais ou menos assim.
Daí a confusão, e logo de  seguida, a bagunça. Já disse ou melhor já  escrevi, que eram necessárias mais ruas, mais vias, porque viriam tempos, em que os automóveis iam ser mais  do que muitos. Parece que este tempo chegou, mesmo com a crise económoca,  de bancos, não sei se de banqueiros. Mas hellas! Vislumbrou-se uma pálida solução ou um "luzeirinho" no final do túnel, quando se pensou que a Horta ia também ter a sua "envolvente", qualquer "coisa", grande ou curta, mas  que permitisse passar "por cima ou por baixo da cidade, facilitando-lhe assim, a saída e/ou a entrada de veículos, já que essa
não o possui e é, tão mediocremente gerida na sua expansão e   espaços, para as  necessidades quotidianas, aquelas que permitam  afirmar-se ou crescer ou pelo menos sonhar com isso.
Mas qual envolvente, para o lado norte? Nasceu a ideia, logo à partida, da polémica; mais por baixo, mais para cima, mais para o centro, toca no meu, toca no teu. E  toca a mexer cordelinhos, influências, passa não passa  e ficou tudo na mesma e em águas de bacalhau, e  por aí continua.  O poder local envolveu-se em discussões,  rivalidades e revanchismos, e perdeu a oportunidade. Houve até , manifestações partidárias convocadas e aproveitamentos de vária ordem. E se calhar birras, tais como esta: " vocês não quiserem na altura, agora que se amanhem: ora  passa, ora  não passa...Foi assim... Resultado: o poder regional aproveitou-se, a oportunidade local perdeu-se, e hoje temos zero e temos bagunça viária. Diria o meu velho amigo Rogério  : " Ó homem! Não se amofine: a Horta é assim mesmo: a terra da coisa rara".
 E é..."

Grande confusão e alguma "bagunça" é o que tem sido a "repavimentação" da Rua Príncipe Alberto de Mónaco, ex- Canada de Porto Pim, (a Horta era uma cidade de "canadas e canadinhas" quando aqui cheguei, (ainda existe uma com esse topónimo), a dos Arrendamentos, a dita de Beliago, que ostentava ainda outros topónimos, como o de Gonçalves, das Companhias, dos Ingleses, havia ainda outras com nomes mais bizarros e até engraçados, como a das Cabras, agora Tenente Simas), mas, e melhor pensando, a Horta continua sendo uma "cidadezinha da canadas" com uma topominia que dá até vontade para rir nalguns casos e com pouca vontade de crescer, esta é que é a realidade. Fizeram-se umas ruas (em boa hora), sem seguimento ali para a meia-encosta, mas isto foi "chão-que-deu-uva".  Nem envolvente, nem nada que se lhe cheire. Continua com há cem ou duzentos anos . Culpa? Das pessoas, sobretudo das que tem integrado o poder local, algumas do regional e até nacional.
Ora vejam: da Rua agora chamada Consul Dabney, um "benemérito", americano que fez  vida por cá enquanto o negócio foi dando e não teve grande concorrência de outros forasteiros Já que aui se fixam não pelos olhos bonitos das gentes, foi-se, como todos os que tem passado por estes "famigerados" Açores, continua, como antanho, com uma única alternativa, a Canada dos Arrendamentos, quando a Príncipe Alberto de Mónaco,  por qualquer razão se interrompe, algo que não faz sentido, socorrendo-se como triste remédio  de uma artéria, afinal citadina e da maior relevância (?) com pouco mais de três metros da largura, a Conselheiro Terra Pinheiro. É isso.
Daí a confusão, e logo de seguida, da bagunça. Já disse ou melhor escrevi, quando muito pouca gente o fazia ou se atrevia, que eram precisas mais ruas, porque ia chegar tempo, em que os automóveis iam ser mais do que muitos. Parece que este tempo chegou, Vislumbrou-se uma pálida solução quando se pensou numa envolvente. Mas qual envolvente. Começou, mais por baixo, mais para cima, mais para o meio, e ficou tudo por aí e continua.  O poder local envolveu-se em discussões, perdeu a oportunidade. Houve até , manifestações: passa, não passa. Resultado o poder regional aproveitou-se, a oportunidade perdeu-se, e hoje temos zero e temos bagunça viária. Diria o meu amigo Rogério: homem não se amofine: a Horta é a terra da coisa rara. E é...