O caso da Grécia (o mais grave) de um lote emergente de outros países, incluindo Irlanda e Portugal, não se adivinhava quando, mas que tarde ou cedo iria acontecer o aviso do colapso, não suscitava dúvidas a ninguém, só mesmo aos "idealistas" que por uma ou outra razão, mais ou menos altruista, idealista ou económica, sonharam com a chamada Comunidade Europeia. Estamos a falar de Países muito diferentes, economias muito diferentes, culturas muito diferentes. Um sonho que parecia BOM à partida, mas só sonho e pouco mais. Ao falar-se de uma Alemanha e mesmo de uma França, com tudo o que têm de bom, e também de menos bom, não poderemos esperar dádivas a tempo inteiro, nem de instituições de caridade e bem fazer a bem da humanidade. É que por trás de tudo isso, estão os investidores, homens abençoados, mas que, quando se fala em dinheiro, os sonhos tornam-se pesadelos, para quem deles necessita. E os negócios estão muito acima dos altruismos.
Por mim, embora gostando e até subscrevendo a ideia de Europa Unida, sempre fui céptico em relação ao seu êxito.
Fui e continuo. E o caso grego, para mim, é essa confirmação, de que afinal, foi mais um logro do que um sonho.
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
sábado, 27 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Mais um 10 DE JUNHO
Mais um "10 de Junho". Um dia que já celebrou "o chamado dia da raça", que honra o grande bardo Camões, que "virou" da diáspora e das comunidades, mas um dia essencialmente dedicado às medalhas e aos medalhões, à nafatlina e até de certo modo, à palhaçada.
Camões...Coitado! Quão semelhante é teu fado "igual" ao meu...Mesmo dito ou escrito de forma assim bizarra, irónica ou despudorada, não deixa lá de ter alguma verdade e suscitar alguma reflexão.
Diz-se que, e tal como de Bocage, que viveu da "caridade", que terá até passado alguma "fomeca".
Morreu a orgulhar-se da grandiosidade do seu povo. Dos seus heróis do mar; do nobre povo, da sua nação valente...
Das armas e dos barões assinalados, que passaram para além da Taprobana, deste ex-condado beirão, antecipando o sonho do Vieira, o tal "Quinto Império", que não teve nunca pés para andar.
O orgulho, tal como a água benta, cada qual toma a que quer e não faz, nem nunca fez, mal a ninguém.
Agora que o povo é nobre, se calhar até é, embora seja necessário especificar melhor, que e qual, mesmo qiue esse povo não tenha "cheta", para viver decentemente. Só orgulho e medalhas é pouco...
Só que estas coisas, trazem dividendos, políticos, já se vê.
E a política é a arte da "palhaçada", não direi que é da mentira, por encarnar uma redundãncia, mais forte ou mais cruel.
Fico-me por aqui a pensar no Camões, nos Barões deste país e no Povo que tanta nobreza demonstra em aceitar ou tolerar tanta e tanta asneira que se vai fazendo. Mas vão-se distribuindo umas coleirinhas e umas medalhinhas, com bons nomes e bons propósitos e pronto.
Antigamente dizia-se em fim desta festa :"Viva Salazar". Felizmente que tudo isto se alterou e bem. Só que ainda há quem dele se lembre...e até tenha vontade de o copiar... na íntegra.
Camões...Coitado! Quão semelhante é teu fado "igual" ao meu...Mesmo dito ou escrito de forma assim bizarra, irónica ou despudorada, não deixa lá de ter alguma verdade e suscitar alguma reflexão.
Diz-se que, e tal como de Bocage, que viveu da "caridade", que terá até passado alguma "fomeca".
Morreu a orgulhar-se da grandiosidade do seu povo. Dos seus heróis do mar; do nobre povo, da sua nação valente...
Das armas e dos barões assinalados, que passaram para além da Taprobana, deste ex-condado beirão, antecipando o sonho do Vieira, o tal "Quinto Império", que não teve nunca pés para andar.
O orgulho, tal como a água benta, cada qual toma a que quer e não faz, nem nunca fez, mal a ninguém.
Agora que o povo é nobre, se calhar até é, embora seja necessário especificar melhor, que e qual, mesmo qiue esse povo não tenha "cheta", para viver decentemente. Só orgulho e medalhas é pouco...
Só que estas coisas, trazem dividendos, políticos, já se vê.
E a política é a arte da "palhaçada", não direi que é da mentira, por encarnar uma redundãncia, mais forte ou mais cruel.
Fico-me por aqui a pensar no Camões, nos Barões deste país e no Povo que tanta nobreza demonstra em aceitar ou tolerar tanta e tanta asneira que se vai fazendo. Mas vão-se distribuindo umas coleirinhas e umas medalhinhas, com bons nomes e bons propósitos e pronto.
Antigamente dizia-se em fim desta festa :"Viva Salazar". Felizmente que tudo isto se alterou e bem. Só que ainda há quem dele se lembre...e até tenha vontade de o copiar... na íntegra.
terça-feira, 21 de abril de 2015
PARA INGLÊS VER E PORTUGA SOFRER
Cada vez mais, me preocupa a forma displicente, como vem sendo governado este país e esta região. Gente nova, sem muito brilho, sem experiência, sedenta de protagonismo e com ânsia de carreirismo, vem nos brindando com as mais exóticas diatribes e as mais incríveis cambalhotas, de que há memória. E a comunicação social, vai dando a sua "ajudazinha", em nome da pseudo liberdade, da democracia, da transparência, dos direitos humanos e de antena e de mil e uma graças, que já ninguém pode e quer ouvir. E tudo anda baralhado, falhado, a cinco velocidades, mas para trás. E surgem os falantes fatalistas, os arautos da desgraça, os opinadores do desassombro, e do desassossego, tentando "salvar" a honra ao convento: temos de pagar; pagar até ao último tosto, áqueles cândidos, beneméritos investidores, que nos emprestaram dinheiros a preços "tão irrisórios", (que o digam as famosas agências de notação, as chamadas rating), e os comentadores de meia tigela, políticos, já se vê, a puxar sempre pelos galões ou a brasa à sua sardinha (deles).
Por aqui, por estas ilhas de bruma, há visivelmnte umas muito mais envolvidas (na bruma) do que outras.
E o Faial é uma dessas, que ficou envolvida e cada vez mais nela se atola, fazendo jus a esta democracia, a esta autonomia, a esta região, que nunca a logrou ser. Vão-lhe retirando palmo a palmo o que levou tantos anos a conseguir, conquistar, preservar. Não vou enumerar, porque seria fastidioso e um nunca mais acabar, que puxem pela cabeça (ou pelas orelhas), os visados ou culpados. Depois tudo se há-de resolver: "dá-se-lhes um rebuçado e pronto". E os correligionários dizem em uníssono: AMEN! Assim seja! Só falta dizer mesmo : OBRIGADO EXCELÊNCIAS? POR QUEM SÓIS? Dá até para perguntar: quem anda tramando o FAIAL?
Pobre gente. Pobre terra. Pobre ilha. Mártir e mal compreendida. Que lhe digam os vulcões e os sismos que até servem de chamariz turistico, quando, na minha humilde opinião, nem precisa, tem beleza de sobra, já que é uma das ilhas e cidades mais belas, priviligiadas e bafejadas pela Natureza. . Mas lá vem a história, o velhoditado ou o tal aforism /eufemismo: cada país, ou melhor, cada povo, (e logo cada região), tem o governo que merece.
Por mim acho até que tudo isto está a ficar detestável e porque não, vergonhoso. É retirar a pouco e pouco, o pouco que por cá havia ( a Escola do Magistério, a Rádio Naval, o Banco de Portugal, a BIDC1, Secretarias Regionais e suas dependências, valências hospitalares, até a rota da famigerada TAP) e ir colocando à sucapa ou à vista bem desarmada, ali por S Miguel e um pouquinho pela Terceira. Afinal, isto nem é novidade. Século XIX: um senhor deputado eleito ali pela vizinha ilha, entendia que a Horta não merecia ter (ou ser), Distrito. Angra acumulava as funções e bastava, com o peso das que lhe ficavam na ilharga, claro, e ficava tudo bem resolvido
Este bairrismo bacoco e esta falta de vergonha, vindo quiçá dos antigamentos, continua na ordem do dia e na mesa dos nosso politicos .E há outra faceta desabrida, dos próprios autóctones desta terra. Os que talvez possam ou puderam fazer qualquer coisa, nunca se mexeram, para não agitar as águas e fazer ondas. Faltou-lhes aquilo que se chama na giria de, (eles) no sitio, o que se traduz no minimo, em desassombro. Tinham e têm medo do corte...tal como nós outros nas pensões
Agora, nem me venham cá falar de Autonomia, de Região, de Democracia ou de palavrões bonitos cheirando a Liberdade e igualdade. Tudo isto é um logro, tal comoo de CEE, UE e outras siglas impingidas. Afinal tudo para inglês ver, embora "inglês não entre nesses esquemas e "escrever" sempre, o "Eu" (I), com letra GRANDE...
Afinal e melhor pensando, nada disto existe (democracia, autonomia, região), direi até que é algo entre o sono e o sonho, mera fantasia para alimentar archotes políticos, que dão emprego a alguns ( quiçá até menos brilhantes). mas sobejamente compensados por aquilo que na giria se convencionou chamar, de ambição.
Caso é para meditar e dizer entre dentes ou à boca cheia: Bendita terra que tais filhos teve ....
Por aqui, por estas ilhas de bruma, há visivelmnte umas muito mais envolvidas (na bruma) do que outras.
E o Faial é uma dessas, que ficou envolvida e cada vez mais nela se atola, fazendo jus a esta democracia, a esta autonomia, a esta região, que nunca a logrou ser. Vão-lhe retirando palmo a palmo o que levou tantos anos a conseguir, conquistar, preservar. Não vou enumerar, porque seria fastidioso e um nunca mais acabar, que puxem pela cabeça (ou pelas orelhas), os visados ou culpados. Depois tudo se há-de resolver: "dá-se-lhes um rebuçado e pronto". E os correligionários dizem em uníssono: AMEN! Assim seja! Só falta dizer mesmo : OBRIGADO EXCELÊNCIAS? POR QUEM SÓIS? Dá até para perguntar: quem anda tramando o FAIAL?
Pobre gente. Pobre terra. Pobre ilha. Mártir e mal compreendida. Que lhe digam os vulcões e os sismos que até servem de chamariz turistico, quando, na minha humilde opinião, nem precisa, tem beleza de sobra, já que é uma das ilhas e cidades mais belas, priviligiadas e bafejadas pela Natureza. . Mas lá vem a história, o velhoditado ou o tal aforism /eufemismo: cada país, ou melhor, cada povo, (e logo cada região), tem o governo que merece.
Por mim acho até que tudo isto está a ficar detestável e porque não, vergonhoso. É retirar a pouco e pouco, o pouco que por cá havia ( a Escola do Magistério, a Rádio Naval, o Banco de Portugal, a BIDC1, Secretarias Regionais e suas dependências, valências hospitalares, até a rota da famigerada TAP) e ir colocando à sucapa ou à vista bem desarmada, ali por S Miguel e um pouquinho pela Terceira. Afinal, isto nem é novidade. Século XIX: um senhor deputado eleito ali pela vizinha ilha, entendia que a Horta não merecia ter (ou ser), Distrito. Angra acumulava as funções e bastava, com o peso das que lhe ficavam na ilharga, claro, e ficava tudo bem resolvido
Este bairrismo bacoco e esta falta de vergonha, vindo quiçá dos antigamentos, continua na ordem do dia e na mesa dos nosso politicos .E há outra faceta desabrida, dos próprios autóctones desta terra. Os que talvez possam ou puderam fazer qualquer coisa, nunca se mexeram, para não agitar as águas e fazer ondas. Faltou-lhes aquilo que se chama na giria de, (eles) no sitio, o que se traduz no minimo, em desassombro. Tinham e têm medo do corte...tal como nós outros nas pensões
Agora, nem me venham cá falar de Autonomia, de Região, de Democracia ou de palavrões bonitos cheirando a Liberdade e igualdade. Tudo isto é um logro, tal comoo de CEE, UE e outras siglas impingidas. Afinal tudo para inglês ver, embora "inglês não entre nesses esquemas e "escrever" sempre, o "Eu" (I), com letra GRANDE...
Afinal e melhor pensando, nada disto existe (democracia, autonomia, região), direi até que é algo entre o sono e o sonho, mera fantasia para alimentar archotes políticos, que dão emprego a alguns ( quiçá até menos brilhantes). mas sobejamente compensados por aquilo que na giria se convencionou chamar, de ambição.
Caso é para meditar e dizer entre dentes ou à boca cheia: Bendita terra que tais filhos teve ....
O QUE É O TEMPO?
É o maior desafio à Vida.
Porque o Tempo é a sua origem, o seu fim, a sua finalidade, enquanto seu passatempo, seu joguete, seu entretenimento.
Vencê-lo não é possívelainda, talvez até que um dia...
Contrariá-lo, é penoso, difícil, árduo, apenas conseguido através da palavra.
Porque o Tempo é a sua origem, o seu fim, a sua finalidade, enquanto seu passatempo, seu joguete, seu entretenimento.
Vencê-lo não é possívelainda, talvez até que um dia...
Contrariá-lo, é penoso, difícil, árduo, apenas conseguido através da palavra.
terça-feira, 7 de abril de 2015
O RETORNO DES(COMPTBILIZADO) NÃO DESCULPABILIZADO
Afinal, e melhor pensando, os cortes do governo Passos Coelho & Cª, principalmente os dirigidos aos "seniores" da famigerada função pública, são lucrativos, actuais, factuais, interessantes, e, sobretudo, " muito exempleres", (mesmo que "arriscadamente inconstitucionais), já que, há mil e uma empresas, a anteciparem-se-lhe-lhe no exemplo ou seja, o fabrico dos"seniores", à volta e à "saga", dos "dito cujos", andam girandolas de slot mahcines, prontas a trabalhar...Se melhor repararmos, é assombroso o que anda à volta dos velhos e da velhice, em termos de lhes caçar uns níqieis, níqueis não: Nota!Mas da grada.
Especializados e especializadas, fabricantes e manufacturers, disto e daquilo, uma arte emergente e nova a premiar a gerontocracia, arte que alivia e desculpabiliza o Estado (mas ainda há isso?. é que ele está tão magro que nem por ele se dá,só alguns... quando é preciso um empregozito, quando de um empurrãozito para um amigalhaço, ou um saltinho para uma empresazita, a preceito) que se obtém pela via política.
Solução: aumentar a longevidade com os custos e riscos que isso comporta.
Mas para evitar gastar tempo, já que, tempo, é ele também dinheiro,e o papel está a desaparecer (um benifício ecológico) isto de seniores, velhos, xéxés, caducos,coroas, só há uma solução, não vou falar da que se usava(ou usa? por cá, (a injeçãozinha), aos cães e gatos, mas ocontrário,ou seja, fazêlos durar mais, isto porque muitos afinal merecem, trabalharam tanto, padecram alguma coisa, para amealhar uns tostões, miseráveis poupanças, algumas que foram parar aos BPP, BPN, BES, comparsas e quejandos..
Mundo belo este em que viemos.
Pensando bem, Afinal não há cortes nem sequer,à raíz do pensamento. O que há, isto sim, é retorno des(comptabilizado) e o que interessa mesmo é dinheiro em caixa e mais nada...
Especializados e especializadas, fabricantes e manufacturers, disto e daquilo, uma arte emergente e nova a premiar a gerontocracia, arte que alivia e desculpabiliza o Estado (mas ainda há isso?. é que ele está tão magro que nem por ele se dá,só alguns... quando é preciso um empregozito, quando de um empurrãozito para um amigalhaço, ou um saltinho para uma empresazita, a preceito) que se obtém pela via política.
Solução: aumentar a longevidade com os custos e riscos que isso comporta.
Mas para evitar gastar tempo, já que, tempo, é ele também dinheiro,e o papel está a desaparecer (um benifício ecológico) isto de seniores, velhos, xéxés, caducos,coroas, só há uma solução, não vou falar da que se usava(ou usa? por cá, (a injeçãozinha), aos cães e gatos, mas ocontrário,ou seja, fazêlos durar mais, isto porque muitos afinal merecem, trabalharam tanto, padecram alguma coisa, para amealhar uns tostões, miseráveis poupanças, algumas que foram parar aos BPP, BPN, BES, comparsas e quejandos..
Mundo belo este em que viemos.
Pensando bem, Afinal não há cortes nem sequer,à raíz do pensamento. O que há, isto sim, é retorno des(comptabilizado) e o que interessa mesmo é dinheiro em caixa e mais nada...
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
OLHAR A VIDA E VER O MUNDO
Tudo o que alguma vez sonhei para a vida, (que não vai curta, nem é assim tão desconhecida), foi tentar acrescentar, (sem somar), alguns pontos, à por vezes, insípida, mal entendida e ténue passagem do "homo sapiens", por este Ínfímo recanto do Universo, a quem chamaram Terra.
E fi-lo de coração aberto, inicialmente sob o signo do "medo", depois com aquele humilde desassombro que caracteriza quem não tem muito a perder e menos ainda a ganhar (refiro-me a dinheiros e aos seus mais diretos e aliciantes apêndices); fi-lo em narrativas nos jornais, em crónicas, contos, novelas, livros, até versos. E fi-lo com a firmeza e a intenção de querer um mundo melhor (utopia?), não só para os humanos, mas para todos os viventes, todos ELES fazendo parte desta incomensurável panóplia, que se chama Vida.
E não me arrependo, mesmo sem ter conseguido mais do que Nada, honrariras, prêmios, laudatórios, subsidios, elogios, louvores, até compreensão, já que me quedei, muito mais pelo criticar, do que pelo elogiar, e isto afinal, porque penso que o homem, se converteu, no grande e maior desordeiro, no maior desrespeitador, quiçá maior predador do Universo, perdendo mesmo a obrigação de agradecer, a quem O deve. Mais do que isso: zelar pela continuidade deste espaço que lhe foi tão carinhosamemtee outorgado.
E tal como na minha humildérrima vida profissional, penso ter dado o contributo que me foi tão magnânimamnte exigido, pelo simples facto de nascer (do qual não fui tido, nem achado) e depois, do sacrifício e da delícia desta "coisa" que se chama viver.
Lutar, foi e continua sendo o meu lema e o meu mais direto objectivo, lutar por um mundo melhor, com a única arma que esteve e está (?), ao meu alcance, trivial, barata, acessível a qualquer mortal -, a escrita-, lutar por um MUNDO MELHOR, claro e obviamente, sem ser o de Haldous Huxley, um mundo onde todos se possam acomodar - todos- , sem olhar à cor, ao credo, à ganância, sem fanatismos, sem crueldade.
Um mundo capaz de ir criando " céus" na Terra ou antecipando aquele que nos é tão graciosa e gloriosamnte prometido, bem mais longe ou se calhar, muito mais perto do Infinito...
E fi-lo de coração aberto, inicialmente sob o signo do "medo", depois com aquele humilde desassombro que caracteriza quem não tem muito a perder e menos ainda a ganhar (refiro-me a dinheiros e aos seus mais diretos e aliciantes apêndices); fi-lo em narrativas nos jornais, em crónicas, contos, novelas, livros, até versos. E fi-lo com a firmeza e a intenção de querer um mundo melhor (utopia?), não só para os humanos, mas para todos os viventes, todos ELES fazendo parte desta incomensurável panóplia, que se chama Vida.
E não me arrependo, mesmo sem ter conseguido mais do que Nada, honrariras, prêmios, laudatórios, subsidios, elogios, louvores, até compreensão, já que me quedei, muito mais pelo criticar, do que pelo elogiar, e isto afinal, porque penso que o homem, se converteu, no grande e maior desordeiro, no maior desrespeitador, quiçá maior predador do Universo, perdendo mesmo a obrigação de agradecer, a quem O deve. Mais do que isso: zelar pela continuidade deste espaço que lhe foi tão carinhosamemtee outorgado.
E tal como na minha humildérrima vida profissional, penso ter dado o contributo que me foi tão magnânimamnte exigido, pelo simples facto de nascer (do qual não fui tido, nem achado) e depois, do sacrifício e da delícia desta "coisa" que se chama viver.
Lutar, foi e continua sendo o meu lema e o meu mais direto objectivo, lutar por um mundo melhor, com a única arma que esteve e está (?), ao meu alcance, trivial, barata, acessível a qualquer mortal -, a escrita-, lutar por um MUNDO MELHOR, claro e obviamente, sem ser o de Haldous Huxley, um mundo onde todos se possam acomodar - todos- , sem olhar à cor, ao credo, à ganância, sem fanatismos, sem crueldade.
Um mundo capaz de ir criando " céus" na Terra ou antecipando aquele que nos é tão graciosa e gloriosamnte prometido, bem mais longe ou se calhar, muito mais perto do Infinito...
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Que nos resta? Ou quem nos acode?
Que me perdoem todos os viventes deste país, que venham a discordar do que aqui vou dizer, em jeito de balancete de 2014
Portugal, na minha opinião, com uma significativa ajudazinha do actual governo, bateu no fundo.
Tudo, ou quase tudo, que com tantos anos de sacrificio, foi conseguido, foi por água abaixo.
As privatizações, foram o principio do fim. Embora algumas devessem ser feitas, mas o que foi feito, excedeu em muito o sensato e o razoável.
Criou-se um novo tipo de sociedade, mercantilista, ultra-liberal, enganadora e traiçoeira, em que o dinheiro vale tudo e quem o não tem, vale POUCO ou nada.
A segurança desapareceu a começar pelo. O Estado para além de mau pagador, é mau empreendedor, e péssimo patrão, serve para desenrascar a má prestação da banca, resolve os falhanços dos banqueiro, de algumas mega-empresas, serve para se lá ir apanhar boleia um saltinho para outros novos voos, tudo com os dinheiros dos contribuientes.
As privatizações têm sido um desastre. Veja-se a Telecom. Quem nela investiu milhares, tem hoje centavos. Mas atenção: é preciso pagar aos investidores. Gente muito séria estes nossos políticos e esses nossos investidores é ve^-lor- Alguns até despareceram da circulação com honras de silêncio da comunicaçãpo social, tão exuberante em bocas e boquilhos.. Paga-se aos investidores estrangeiros, e deixam-se os de cá, os da casa, (os pequenos), de calças na mão.
Desapareceu o bom senso. O arranjismo e a mentira, campeiam por todo o lado, ao lado da arrogância, da incompetência, da falta de visão para o futuro.
Uma troika, mal preparada, arrogante, baseada em permissas erradas, vai mandando em alguns países de governos frouxos e lambe-botas, como é o nosso.
É caso para se perguntar se esta democracia tem futuro. Qual? Com quem? Como?
Está já tudo na mão da estranja. Nem sequer os aeroportos, os CTT e um nunca mais acabar de coisinhas que até davam lucro.
São chineses, americanos, alemães, brasileiros, que nos deitam a mão, fazendo jus à sua (deles) benevolência.
Que nos resta? E quem nos acode?
Portugal, na minha opinião, com uma significativa ajudazinha do actual governo, bateu no fundo.
Tudo, ou quase tudo, que com tantos anos de sacrificio, foi conseguido, foi por água abaixo.
As privatizações, foram o principio do fim. Embora algumas devessem ser feitas, mas o que foi feito, excedeu em muito o sensato e o razoável.
Criou-se um novo tipo de sociedade, mercantilista, ultra-liberal, enganadora e traiçoeira, em que o dinheiro vale tudo e quem o não tem, vale POUCO ou nada.
A segurança desapareceu a começar pelo. O Estado para além de mau pagador, é mau empreendedor, e péssimo patrão, serve para desenrascar a má prestação da banca, resolve os falhanços dos banqueiro, de algumas mega-empresas, serve para se lá ir apanhar boleia um saltinho para outros novos voos, tudo com os dinheiros dos contribuientes.
As privatizações têm sido um desastre. Veja-se a Telecom. Quem nela investiu milhares, tem hoje centavos. Mas atenção: é preciso pagar aos investidores. Gente muito séria estes nossos políticos e esses nossos investidores é ve^-lor- Alguns até despareceram da circulação com honras de silêncio da comunicaçãpo social, tão exuberante em bocas e boquilhos.. Paga-se aos investidores estrangeiros, e deixam-se os de cá, os da casa, (os pequenos), de calças na mão.
Desapareceu o bom senso. O arranjismo e a mentira, campeiam por todo o lado, ao lado da arrogância, da incompetência, da falta de visão para o futuro.
Uma troika, mal preparada, arrogante, baseada em permissas erradas, vai mandando em alguns países de governos frouxos e lambe-botas, como é o nosso.
É caso para se perguntar se esta democracia tem futuro. Qual? Com quem? Como?
Está já tudo na mão da estranja. Nem sequer os aeroportos, os CTT e um nunca mais acabar de coisinhas que até davam lucro.
São chineses, americanos, alemães, brasileiros, que nos deitam a mão, fazendo jus à sua (deles) benevolência.
Que nos resta? E quem nos acode?
Subscrever:
Mensagens (Atom)

