Convém não esquecer, que nós homens, somos muito pequenos, em relação a "Isto" que nos rodeia. Por isso mesmo, opiniões e pensamentos, "como dizem os comentadores", valem o que valem. E é no limiar deste mesmo pensamento, que, e segundo recentes "acontecimentos", no caso religiosos, dá-nos para pensar.
Primeiro: a visita do Papa à Cova da iria. Sem discutir., origens, causas, factos e efeitos, e respeitando quem entende, que a fé lhe é necessária e imprescindível, penso que qualquer humano deve reflectir a seu modo, este acontecimento, sobretudo o que o leva a acontecer.
O segundo: Trata-se das festas do Santo Cristo dos Milagres. E sem querer olvidar ou enfatizar a sua longa história, devo dizer que sobremodo me impressiona essa manifestação de fé. A própria imagem, com o seu semblante triste, embora recamada de jóias e de pedras preciosas, revela uma espécie de riqueza e uma memória, que impressiona sobretudo pelo seu semblante e o seu olhar, de
compaixão, sofrimento, e dor, que nos leva a convocar, a uma espécie de reflexão, que bem vista e observada, traz-nos sempre algo novo, mas muito antigo, a perder-se nas profundezas do Tempo.
E que as religiões, no caso e sobretudo do "lado Ocidental", deste pequeno espaço que se chama Terra, o Cristianismo, que não demitindo réis nem cabeças coroadas ou dividindo mundos, tal como o fez no Tratado de Tordezilhas, é ainda uma força altamente considerável e porque não, também, respeitável.
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
domingo, 21 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
UM MUNDO A REPETIR-SE
A insatisfação ou a "saturação" de um mundo, quiçá semi-louco e hostil, está a levar-nos, por um trilho "estranho", a "regressar" e/ou a repetir, atitudes e temas do passado.
Nessa linha, estará, por exemplo, a heroicidade de ganharmos, pela vez primeira, um primeiro lugar, numa canção da euro visão. Uma temática e até um estilo, que fez gala há uns anos atrás e que não dava para concursos "festivaleiros" como a eurovisão: amor, ternura, e outras "bem-aventuranças" que eram considerados lugares comuns, no dia a dia das gentes.
E isso, em alguns aspectos, quer na arte, quer na própria escrita e até na cultura, nem é mau de todo, porque afinal fizeram-se coisas boas no passado, que foram esquecidas e rotuladas de "deja vue", "demode", etc., etc.
As opiniões mudam e os gostos também, e mudam como o vento, mas o bom permanece eterno, e "irrevogável"
, não tanto como aconteceu com certo político da nossa praça.
E é bom que assim seja. A mudança é precisa, mas sempre para melhor ou para melhorar, não o contrário.
É o que penso.
E fazer comentários, de que isto e aquilo, é o "melhor" ou o "maior", é preciso ter cuidado, até mesmo em futebol, afinal outra loucura do nosso bemfazejo e abençoado tempo.
Nessa linha, estará, por exemplo, a heroicidade de ganharmos, pela vez primeira, um primeiro lugar, numa canção da euro visão. Uma temática e até um estilo, que fez gala há uns anos atrás e que não dava para concursos "festivaleiros" como a eurovisão: amor, ternura, e outras "bem-aventuranças" que eram considerados lugares comuns, no dia a dia das gentes.
E isso, em alguns aspectos, quer na arte, quer na própria escrita e até na cultura, nem é mau de todo, porque afinal fizeram-se coisas boas no passado, que foram esquecidas e rotuladas de "deja vue", "demode", etc., etc.
As opiniões mudam e os gostos também, e mudam como o vento, mas o bom permanece eterno, e "irrevogável"
, não tanto como aconteceu com certo político da nossa praça.
E é bom que assim seja. A mudança é precisa, mas sempre para melhor ou para melhorar, não o contrário.
É o que penso.
E fazer comentários, de que isto e aquilo, é o "melhor" ou o "maior", é preciso ter cuidado, até mesmo em futebol, afinal outra loucura do nosso bemfazejo e abençoado tempo.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Tal como minha santa mae dizia: velhos, sao os trapos
Cada vez mais e mais, dificultam a vida aos velhos; "eufemisticamente" falando, aos "seniores".
Um vê se te avias, meus caros: de governos, governantes e governadores. Em tudo o que mexe, remexe e manda. Nas apólices dos seguros, nas cartas de condução etc., etc., etc. quando, até na condução, provado está, que o maior e mais significativo número de acidentes, acontece entre os mais jovens. Isto para dizer, que os "velhos" são tratados como "coisas", lixo, ou abaixo disso.
Olhando bem a história, e olhando o passado, eram os mais velhos, considerados os mais sábios: Os arcontes, anciãos das velhas, Grécia e Roma.
Isto para dizer, que o respeito acabou, pelo tempo, pela experiência e pela sabedoria que ele ele inspirava.
A seguir só falta mesmo a "injeçãozinha da ordem", a chamada "eutanásia da bicheza", aquela que faziam alguns "lúdicos", amantes da natureza e da "coisa com vida", ( e que ainda continuam), aos canídeos e gatídeos abandonados e apanhados, na rede da desgraça.
Ora digam-me o que é isto?
Um vê se te avias, meus caros: de governos, governantes e governadores. Em tudo o que mexe, remexe e manda. Nas apólices dos seguros, nas cartas de condução etc., etc., etc. quando, até na condução, provado está, que o maior e mais significativo número de acidentes, acontece entre os mais jovens. Isto para dizer, que os "velhos" são tratados como "coisas", lixo, ou abaixo disso.
Olhando bem a história, e olhando o passado, eram os mais velhos, considerados os mais sábios: Os arcontes, anciãos das velhas, Grécia e Roma.
Isto para dizer, que o respeito acabou, pelo tempo, pela experiência e pela sabedoria que ele ele inspirava.
A seguir só falta mesmo a "injeçãozinha da ordem", a chamada "eutanásia da bicheza", aquela que faziam alguns "lúdicos", amantes da natureza e da "coisa com vida", ( e que ainda continuam), aos canídeos e gatídeos abandonados e apanhados, na rede da desgraça.
Ora digam-me o que é isto?
UMA "INESPERADA ONDA DE ALEGRIA... TALVEZ RODEADA "AINDA" DE TRISTEZA, SE INICIOU.
A visita do Papa Francisco, o Festival da Canção, (conquistado por um "herói"), o crescimento económico, (algo que não acontecia há uns anos), o governo "positivo" de António Costa, a Presidência do país de Marcelo Rebelo de Sousa, os índices da economia, jamais alcançados depois do 25 de Abril, são sinais evidentes, de que uma certa alegria, se iniciou, neste pequeno "rincão florido" à beira mar plantado, todo ele chamado Portugal.
Tudo isto, é algo que o povo português já há uns tempos vem merecendo.
Mas a teimosia de alguns e porque não, a estupidez de outros, foi protelando.
Primeiro, a política, a demagogia, o aqui "mando eu", e mais algumas diatribes rodeadas de floreados políticos, afinal que nem são apanágio deste ou daquele governo, mas de um século que se iniciou sob a égide da incerteza e porque não (?), da loucura, e que vem castigando a raça humana.
É caso para dizer: vamos ajudar para que se consiga sair desta fossa que nos metemos,
ou melhor, que nos meteram?
Vamos a isso!
A visita do Papa Francisco, o Festival da Canção, (conquistado por um "herói"), o crescimento económico, (algo que não acontecia há uns anos), o governo "positivo" de António Costa, a Presidência do país de Marcelo Rebelo de Sousa, os índices da economia, jamais alcançados depois do 25 de Abril, são sinais evidentes, de que uma certa alegria, se iniciou, neste pequeno "rincão florido" à beira mar plantado, todo ele chamado Portugal.
Tudo isto, é algo que o povo português já há uns tempos vem merecendo.
Mas a teimosia de alguns e porque não, a estupidez de outros, foi protelando.
Primeiro, a política, a demagogia, o aqui "mando eu", e mais algumas diatribes rodeadas de floreados políticos, afinal que nem são apanágio deste ou daquele governo, mas de um século que se iniciou sob a égide da incerteza e porque não (?), da loucura, e que vem castigando a raça humana.
É caso para dizer: vamos ajudar para que se consiga sair desta fossa que nos metemos,
ou melhor, que nos meteram?
Vamos a isso!
terça-feira, 2 de maio de 2017
A ARROGANCIA, A INDELICADAZA, O DERESPEITO, A GROSSERIA E A FALTA DE VERGONHA
A arrogância, mais do que uma atitude individual e colectiva, alias reprovável, eh para alguns, uma forma de estar na vida, de pensar e de sentir, que remonta a velhos tempos do anterior regime. Com mais de quarenta anos de democracia em Portugal, pensávamos, que, com o "beneplácito" dos ideais democráticos, ela se extinguisse ou pelo menos fosse banida ou compelida a diminuir. Nada mais errado. Cresceu a olhos vistos. E eh ve-la de todos os ângulos e por todos os lados. Desde as mais altas magistraturas, ao mais sisudo e humilde manga de alpaca.
A pseudo-importância, ou um poder mal assumido, gera essa confusao e essa gente, sequiosa de parecer ou querer ser grande. E ela arrogância, nao vem sozinha, traz consigo companheiros e companhias, que sao a indelicadeza, o desrespeito, a grosseria, e a falta de vergonha.
A pseudo-importância, ou um poder mal assumido, gera essa confusao e essa gente, sequiosa de parecer ou querer ser grande. E ela arrogância, nao vem sozinha, traz consigo companheiros e companhias, que sao a indelicadeza, o desrespeito, a grosseria, e a falta de vergonha.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
O "laicismo" e a vinda do Papa a Portugal
Neste Portugal "democrático", onde de tudo há um pouco, vão surgindo novidades, em cada dia que passa.
Agora o assunto em destaque e que aquece ânimos, não será propriamente esta memorável visita do Papa Francisco, ou a canonização dos pastorinhos, embora essa esteja "resguardada" pela comunicação dita social, para mais tarde. Não! Trata-se precisa e talvez ridiculamente apenas de uma "dispensa de ponto" no dia em que ele, o Papa, nos visita. Socorrem-se, os políticos mais "farfalhudos" ou "esquerdizantes" para não dizer fanáticos, de que Portugal, sendo um pais seguidor do laicismo, e o governo não pode "transigir" nesta matéria, como se o laicismo fosse assim tão dominador nas decisões de um governo, ele próprio laico e socialista, mas, ao fim e ao cabo, demonstrando bom senso, em bem receber, e até seguindo uma antiga tradição que tem sido a de proceder desta forma anteriormente com outros sucessores de Pedro.
Os exageros e os radicalismos são maus conselheiros em tudo, até na politica.
O único "senão" que se poderia apontar, é o facto de ser apenas atribuído à função publica e nada mais. Mas isto, nem sequer é da exclusiva competência do governo. Uma dispensa de ponto, é da iniciativa da própria entidade patronal.
Mas o mais interessante e até curioso, é que o Papa que escolheu e bem, o nome de Francisco merece-o.
O próprio Presidente da Republica já o afirmou: tem sido este o procedimento com outros papas que nos visitaram.
Porque não com este, que afinal, e se é diferente, é para para melhor.
Agora o assunto em destaque e que aquece ânimos, não será propriamente esta memorável visita do Papa Francisco, ou a canonização dos pastorinhos, embora essa esteja "resguardada" pela comunicação dita social, para mais tarde. Não! Trata-se precisa e talvez ridiculamente apenas de uma "dispensa de ponto" no dia em que ele, o Papa, nos visita. Socorrem-se, os políticos mais "farfalhudos" ou "esquerdizantes" para não dizer fanáticos, de que Portugal, sendo um pais seguidor do laicismo, e o governo não pode "transigir" nesta matéria, como se o laicismo fosse assim tão dominador nas decisões de um governo, ele próprio laico e socialista, mas, ao fim e ao cabo, demonstrando bom senso, em bem receber, e até seguindo uma antiga tradição que tem sido a de proceder desta forma anteriormente com outros sucessores de Pedro.
Os exageros e os radicalismos são maus conselheiros em tudo, até na politica.
O único "senão" que se poderia apontar, é o facto de ser apenas atribuído à função publica e nada mais. Mas isto, nem sequer é da exclusiva competência do governo. Uma dispensa de ponto, é da iniciativa da própria entidade patronal.
Mas o mais interessante e até curioso, é que o Papa que escolheu e bem, o nome de Francisco merece-o.
O próprio Presidente da Republica já o afirmou: tem sido este o procedimento com outros papas que nos visitaram.
Porque não com este, que afinal, e se é diferente, é para para melhor.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Fragilidade e pequenez, tudo o que nós somos
O "ser humano", sem ter de recorrer ao que, chamarei de "simpático estratagema", de engendrar heterónimos, (outras personalidades e vidas, que eventualmente poderão ser a sua própria, o caso mais elucidativo, o de Fernando Pessoa), deveria antes, poder, sem ter, por trás, a magia da criação, viver na realidade mais vidas, ou melhor, mais Vida. Porque ela, a Vida, é demasiado curta em Tempo, mágica e bela, para ter o fim a que lhe destinam, porque esvai-se tão depressa, sobretudo quando no trilhar dela própria, se atinge algum tempo e a mínima consciência do que somos, do que viemos aqui fazer, do que nos separa de outras vidas, sistemas, forças e grandezas. Esta mesma consciência que nos leva a pensar e a sentir, que somos afinal tão pequenos, inseguros, frágeis, limitados, para entender isso mesmo ou seja, o que somos e para onde vamos ou queremos ir realmente.
Esta vida, que não é obra de forças cegas ou de acasos inseguros, que tudo justificam e de nada nos elucidam; Vida que consegue ela própria, recriar-se, multiplicar-se, entender e entender-se, mas sempre com a limitação permanente, de um fim sempre presente e pouco entendível,
É caso até para "questionar", se toda esta magia é ou não será, uma "falácia ou uma "mentira"?
Afinal, uma mentira, que mesmo repetida, nunca chega a ser verdade.
Esta vida, que não é obra de forças cegas ou de acasos inseguros, que tudo justificam e de nada nos elucidam; Vida que consegue ela própria, recriar-se, multiplicar-se, entender e entender-se, mas sempre com a limitação permanente, de um fim sempre presente e pouco entendível,
É caso até para "questionar", se toda esta magia é ou não será, uma "falácia ou uma "mentira"?
Afinal, uma mentira, que mesmo repetida, nunca chega a ser verdade.
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