QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
ENTENDER?
Eu entendo que a Vida, é uma vertente e uma variante interessante da NATUREZA de que muito pouco ou nada se sabe de profundo, muito pouco se investiga e muito pouco se conseguiu e consegue saber. Darwin, e talvez baseado em factos, muito embora o Tempo, esse "monstro" indelével e pouco ou mal entendido, não lhe tenha dado Tempo, para o descortinar melhor, foi compilando constatações e factos , que o levaram a uma tese, supostamente baseada nele próprio - Tempo. Mas o essencial, continua confuso e por desvendar : o porquê e o para quê? A finalidade é ou deve ser em si um meio e um fim? Ou será que tudo, o que gira em redor, que vemos, apalpamos, reconhecemos as dimensões, as transformações, mais ou menores valias à própria continuação, são reais e verdadeiras? Fico-me por aqui, para que a confusão não se instale...
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
UM APONTAMENTO DE SUPERMERCADO
E hoje, sendo um dia como os demais, diferenciando-se apenas por coincidir com o " dia dos meus anos" - 26 de Agosto, comecei por pensar, se este não será provavelmente o último de uma imensa série de outros, que fizeram parte de uma vida, - a minha -, muito igual à de muitos, que por aí andam e abundam, postos e dispostos, à revelia, depois de lhe lhes terem dado um pontapé no fim das costas, vulgo traseiro, ou um "chuto" à inglesa e lhes dizerem: anda escravo, avança e mexe-te lá, até que possas. E foi o que fiz. Se bem ou se mal, poderá até acontecer, que alguém mais sagaz e curioso, o faça daqui a uns tempos.
A grande e maior recordação que dela (vida) tenho, que longa já vai, é que estive sempre pronto, para dar a mão a quem quer que surgisse, apresentando-se aflito e com um única condição: não ter quem o defendesse ou apoiasse e os apuros estivessem na sua ordem de dia. E quase sempre o fiz com sucesso. Qual o segredo então? Qual a minha arma? O segredo, foi um certo estoicismo, e a convicção de que ninguém pode ser esmagado, sem ter alguém que o defenda. A arma utilizada : a escrita. Se vivi sempre bem? Sim. Comigo, principalmente, porque contei sempre com uma "ARMA PODEROSA" escondida, que se está a perder cada vez mais e que se chama consciência
E já que falamos de consciência e de escrita, não faz muitos anos, talvez para aí uns cinco ou seis, se não mais, que estando a tentar recolher uns gêneros, para ajudar a obedecer à lei imposta pela vida, no Modelo, agora Continente, alguém se me dirigiu, fixou-me por instantes, e foi dizendo: "Li um livro seu ". Fiquei quedo, admirado: Gente em pleno século XXI a ler?
Qual, fui perguntando. " O Sismo na Madrugada" - respondeu. Voltei à carga, como é meu estilo e hábito. tentando sacar algo de "picaresco" à questão: " Não lhe vou perguntar se gostou, mas se conseguiu chegar ao fim..." Cheguei, sim senhor - foi dizendo - e gostei. Fiquei desarmado. Logo a senhora, que aparentava uma meia idade, mal disfarçada, e que desconheço de onde e quem é, insistiu com uma curiosidade que me impressionou:
O senhor é o Quevedo?
Quevedo é a personagem central do romance, alguém que passou por tudo na vida, até pela morte. É dado como desaparecido variadas vezes, como repórter de guerra, atravessando a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Uma figura de todos os tempos, e de todos os espaços. Alguém que sai muito jovem do Faial e só regressa velho, despojado e esquecido, um estrangeiro na sua terra, que se "aloja" na sua velha casa à rua do arco, mais de cinco dezenas de anos depois, e que vive solitário, apenas na companhia de um gato, que em dia invernoso veio ter-lhe à porta nos limites da existência. Vem acaba por morrer mais tarde e a seu lado, vitima do sismo que ocorreu em Novembro de 1998.
Mas a resposta à pergunta, se eu era o Quevedo, não conseguia sair da forma mais atempada e coerente. E ela, logo repetiu se eu era ou não era o Quevedo.
Não era, fui-lhe dizendo, mas que se gostava de ter sido, lá isso gostava.
Esqueci-me de lhe dizer, é que o escritor está sempre por trás das personagens que cria e recria.
Vive várias vidas. Sente os infortúnios e as magoas, as alegrias e as penas, os anseios, e as esperanças do mundo que foi criando com as palavras. E sente, tal como na vida, os reveses, e as perdas, que vão acontecendo ao longo da trama, do enredo e da história.
E fiquei a pensar. Um livro como aquele, roubou-me seis anos, seis, mas não foi mal empregue. Pelo menos uma pessoa passou os olhos pelas suas quase quatrocentas páginas. Bem haja por isso..
A grande e maior recordação que dela (vida) tenho, que longa já vai, é que estive sempre pronto, para dar a mão a quem quer que surgisse, apresentando-se aflito e com um única condição: não ter quem o defendesse ou apoiasse e os apuros estivessem na sua ordem de dia. E quase sempre o fiz com sucesso. Qual o segredo então? Qual a minha arma? O segredo, foi um certo estoicismo, e a convicção de que ninguém pode ser esmagado, sem ter alguém que o defenda. A arma utilizada : a escrita. Se vivi sempre bem? Sim. Comigo, principalmente, porque contei sempre com uma "ARMA PODEROSA" escondida, que se está a perder cada vez mais e que se chama consciência
E já que falamos de consciência e de escrita, não faz muitos anos, talvez para aí uns cinco ou seis, se não mais, que estando a tentar recolher uns gêneros, para ajudar a obedecer à lei imposta pela vida, no Modelo, agora Continente, alguém se me dirigiu, fixou-me por instantes, e foi dizendo: "Li um livro seu ". Fiquei quedo, admirado: Gente em pleno século XXI a ler?
Qual, fui perguntando. " O Sismo na Madrugada" - respondeu. Voltei à carga, como é meu estilo e hábito. tentando sacar algo de "picaresco" à questão: " Não lhe vou perguntar se gostou, mas se conseguiu chegar ao fim..." Cheguei, sim senhor - foi dizendo - e gostei. Fiquei desarmado. Logo a senhora, que aparentava uma meia idade, mal disfarçada, e que desconheço de onde e quem é, insistiu com uma curiosidade que me impressionou:
O senhor é o Quevedo?
Quevedo é a personagem central do romance, alguém que passou por tudo na vida, até pela morte. É dado como desaparecido variadas vezes, como repórter de guerra, atravessando a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Uma figura de todos os tempos, e de todos os espaços. Alguém que sai muito jovem do Faial e só regressa velho, despojado e esquecido, um estrangeiro na sua terra, que se "aloja" na sua velha casa à rua do arco, mais de cinco dezenas de anos depois, e que vive solitário, apenas na companhia de um gato, que em dia invernoso veio ter-lhe à porta nos limites da existência. Vem acaba por morrer mais tarde e a seu lado, vitima do sismo que ocorreu em Novembro de 1998.
Mas a resposta à pergunta, se eu era o Quevedo, não conseguia sair da forma mais atempada e coerente. E ela, logo repetiu se eu era ou não era o Quevedo.
Não era, fui-lhe dizendo, mas que se gostava de ter sido, lá isso gostava.
Esqueci-me de lhe dizer, é que o escritor está sempre por trás das personagens que cria e recria.
Vive várias vidas. Sente os infortúnios e as magoas, as alegrias e as penas, os anseios, e as esperanças do mundo que foi criando com as palavras. E sente, tal como na vida, os reveses, e as perdas, que vão acontecendo ao longo da trama, do enredo e da história.
E fiquei a pensar. Um livro como aquele, roubou-me seis anos, seis, mas não foi mal empregue. Pelo menos uma pessoa passou os olhos pelas suas quase quatrocentas páginas. Bem haja por isso..
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
É o mundo que temos, um mundo onde impera a vulgaridade
É isto, tal como o título desta narrativa. Nas Televisões, jornais, revistas e toda a comunicação social, vão desfilando figuras de uma vulgaridade impressionante. Figuras, que comandam os destinos de muitos países ditos civilizados; que dão palpites; que ditam leis; que representam parcelas consideráveis deste mundo, que se afunda cada vez no abismo do sensacionalismo. Do mundo da repetição doentia da noticia, do caso, do acontecimento, do que aconteceu, acontece, está para acontecer. Casos há até, que toda a argumentação, mesmo a mais imbecil e destituida de bom senso, vem ao de cima, em nome, da isencão, da justiça, na defesa dos bons principios e costumes.
Todos tem razão e defendem os seus principios, mesmo que errados e sem nexo. Estamos trilhando a confusão de um século, que se calhar nem chega ao fim. É a ganância, é o poder a loucura a ditar as suas regras e leis.
Relegaram-se os deveres. Exaltam-se os direitos. Brigam as comadres. Descobrem-se verdades.
Não estamos falando de Democracia: Estamos falando de confusão e bagunça. E mais do que isso: oportunismo, interesses, e dinheiro. Destroi-se o planeta. Causa-se miseria, fome e morte. Quase sempre de forme ligeira, e impune. A Amazónia é uma pequena parte do que está a acontecer neste seculo XXI. Quem nos acode?
Todos tem razão e defendem os seus principios, mesmo que errados e sem nexo. Estamos trilhando a confusão de um século, que se calhar nem chega ao fim. É a ganância, é o poder a loucura a ditar as suas regras e leis.
Relegaram-se os deveres. Exaltam-se os direitos. Brigam as comadres. Descobrem-se verdades.
Não estamos falando de Democracia: Estamos falando de confusão e bagunça. E mais do que isso: oportunismo, interesses, e dinheiro. Destroi-se o planeta. Causa-se miseria, fome e morte. Quase sempre de forme ligeira, e impune. A Amazónia é uma pequena parte do que está a acontecer neste seculo XXI. Quem nos acode?
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
O PENSAMENTO E A ESCRITA DE HUMBERTO VICTOR MOURA - QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS: EXCERTO DO LIVRO "SINAIS DE INFINITO" , ALGO APROP...
O PENSAMENTO E A ESCRITA DE HUMBERTO VICTOR MOURA - QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS: EXCERTO DO LIVRO "SINAIS DE INFINITO" , ALGO APROP...: (...) Não fossem as próximas eleições, tecê-las..." E elas andavam à porta. Havia mesmo alguém na oposição, com o cómodo rótulo de ind...
segunda-feira, 22 de julho de 2019
VIVER: VERDADE OU MENTIRA?
É um problema, que pela sua complexidade e pela iliteracia e incultura, que ainda graça no mundo de hoje, até em sociedades que não seria pensável existirem, (em que altos dirigentes políticos de grandes nações, fazem gala em o afirmar), fazem-nos pensar até onde e quando vamos estar neste "pequeno" espaço do Cosmos, para participar nesse incomensurável projecto, a que deram o nome de sociedade e civilização. Estamos pois, a atravessar um momento único e controverso, de instabilidade e confusão, que nos dilui a responsabilidade, e nos oblitera a visão do presente, desresponsabilizando-nos pelas incertezas do futuro. Existem milhares de perguntas sem resposta, que continuam como há vários milhares de anos - sem resposta.
Viver mais e melhor, será possível? Encontrar respostas credíveis e concretas para depois da morte, por exemplo?
A dimensão espaço, poderá ser encurtada e vencida? Como? Quando? Porquê e para quê? Qual a real finalidade da própria vida? Preservação e manutenção? Com que finalidade, sem que seja uma clara vontade ou um desígnio de ALGO OU ALGUÉM?
A morte. O que é e para que serve?
Qual o significado da dor, e do prazer? A felicidade no ser humano, é uma realidade concreta, ou apenas um estado de espirito? A vida é uma alienação? Ou uma mentira? O que é a sorte? Quem a tem e porque a disfruta? Somos uma espécie de "produto de forças cegas", ou obedecemos a um minucioso e criterioso agendamento de forças desconhecidas, grandiosas e imensas, controladas por uma "energia superior"?
Estamos VIVOS , é o que interessa, enquanto estivermos por aqui...e depois... E o que é o depois?
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Nove anos - 4 meses e 2 dias, nem mais...
Estamos a passar, (sem ultrapassar, como convém), por um período, em que realidade e o sonho se confundem com demagogia. Ou seja, o real pouco tem a ver com o reivindicado: salários, regalias, mínimos nacionais e regionais, carreiras profissionais, função pública e sua reestruturação, reformas, formas e fórmulas de alcançar o poder e sobretudo, muita e muita demagogia. E com a intenção (ou talvez não) de se melhorar o que porventura, esteja menos bem, vai-se alcandorando e misturando, a confusão à divisão. Resultado: todos ralham e ninguém se entende tal como "casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão". E os Partidos que suportam estas reivindicações, tentam aliciar os eleitores, com promessas irrealistas para apanhar o voto, o manancial que lhes permite consolidar ou catapultar-se para o poder. E os sindicatos, ao serviço dos Partidos, entram na liça, sequiosos de agradar ao seu eleitorado. E as ideologias, vão-se radicalizando, e aumentando cada vez mais, a direita, cavalgando para a direita, a esquerda, para a esquerda.
No caso português, a origem reivindicativa, que vem de longe sobretudo, nalguns quadros da função pública; os professores são uma dessas vertentes. Cavaco Silva, quando Primeiro Ministro, remodelou a função Publica, dividindo-a, em bons e maus: os quadros especiais, que passaram a ser mesmo especiais, no concerne a progressões, avaliações, etc. E ainda dentro dos "bons" há os melhores e os menos bons. Os professores por exemplo, têm um estatuo especial dentro da função pública, o que não acontecia no regime de Salazar, sendo afinal, ele também professor. Tal como agora a maioria dos políticos, não esquecendo o atual PR, são professores. Para além de numerosa, está equitativamente espalhada por todo o leque da ideologia politica, o que os torna "imbatíveis" na sua intransigência. Que eram mal pagos no tempo do salazarismo, é uma verdade. Mas que foram dos mais bem remunerados do espaço europeu, é outra verdade. No momento atual, quando todos estão num processo de estagnação real, não faz sentido que apenas e só eles, e alguns outros que os imitem, tenham direito à contagem de tempo, afinal comum a todos os servidores da função pública, sem se falar sequer nos reformados, que nem voz têm, algo inconcebível num regime que se diz democrático.
Nem mais: 9 anos - 4 meses - e 2 dias. Nem menos 1 hora e zero minutos. Os outros? Que vão gritando que pode ser que apanhem..
. uns minutos...
No caso português, a origem reivindicativa, que vem de longe sobretudo, nalguns quadros da função pública; os professores são uma dessas vertentes. Cavaco Silva, quando Primeiro Ministro, remodelou a função Publica, dividindo-a, em bons e maus: os quadros especiais, que passaram a ser mesmo especiais, no concerne a progressões, avaliações, etc. E ainda dentro dos "bons" há os melhores e os menos bons. Os professores por exemplo, têm um estatuo especial dentro da função pública, o que não acontecia no regime de Salazar, sendo afinal, ele também professor. Tal como agora a maioria dos políticos, não esquecendo o atual PR, são professores. Para além de numerosa, está equitativamente espalhada por todo o leque da ideologia politica, o que os torna "imbatíveis" na sua intransigência. Que eram mal pagos no tempo do salazarismo, é uma verdade. Mas que foram dos mais bem remunerados do espaço europeu, é outra verdade. No momento atual, quando todos estão num processo de estagnação real, não faz sentido que apenas e só eles, e alguns outros que os imitem, tenham direito à contagem de tempo, afinal comum a todos os servidores da função pública, sem se falar sequer nos reformados, que nem voz têm, algo inconcebível num regime que se diz democrático.
Nem mais: 9 anos - 4 meses - e 2 dias. Nem menos 1 hora e zero minutos. Os outros? Que vão gritando que pode ser que apanhem..
. uns minutos...
sexta-feira, 29 de março de 2019
SER "RADICAL" POR NECESSIDADE
Volta não volta, sinto a necessidade de ser "radical" e dizer ou escrever, aquilo que sinto. E aí está, o que se vem "instalando" na nossa sociedade, há uns tempos a esta parte. Não sabemos, onde começa e onde termina a aldrabice e o roubo, neste país e se calhar, neste mundo. Nos princípios de minha vida activa, dizia-se, que as "poupanças" eram precisas e deveriam ser investidas, nos empreendimentos e nas empresas para "ajudar" o país a crescer e desenvolver-se, já que pôr o "cacau" nos bancos, era dinheiro improdutivo, porque parado e paralisado. Agora quem o põe é o Estado.E assim foi a minha vida, temente a Deus e talvez ao diabo. O resultado foi exactamente o que estão pensando: fiquei mais ou menos, como comecei: "teso"! Primeiro, foi a TAP, companhia florescente, tendo e por diversas vezes, conseguido o galardão da companhia mundial, com os níveis maiores de segurança. Veio o 25 de Abril, com as nacionalizações, fiquei sem "cheta", e ainda foi preciso o Ramalho Eanes se impor, dizendo e exigindo, que eram devidos os pagamentos pelas mesmas. Tinha eu pago 8 por 1, (o equivalente a oito mil escudos- oito contos - por um) na TAP. Pagaram-me, isto ao fim de vários anos, apenas 1 dos 8, ou seja, o oitavo valor do que, quando adquiri. E foi assim sucessivamente, Telecom, BCP, etc, etc. por aí abaixo.
E a "lenga-lenga" do "invista", "invista" e insista, continua para durar. E eu nem que ande por cá mais mil anos, vou nessa...
E atenção: o grande e maior mal, nem vem do Estado, que também fica mal no fotografia. Vem sobretudo dos privados, do sector privado. São os Bancos, as companhias de Seguros, a Saúde Privada. A titulo de exemplo já lhes digo: tenho um seguro de saúde, privado claro, ao qual fui praticamente obrigado, quando um politico e seu governo, que nem vou dizer o nome por tão evidente,,. e de quem gosto tanto, tudo privatizou, até o que não devia e dava lucro, (ofereceu ao privado). Mas e curiosamente, quando saiu da governação, optou pelo publico, o pouco que restou, a educação, quando oferecia às queridas mamães e seus meninos, (algumas, não todas, alegando o direito de escolha...) ao privado. Porque eu tinha um sistema pertencente, a um sub sistema publico, à semelhança da ADSE e que era menos mau, ao contrario deste que não se digna ter nem ser, já que nem um clínico geral, por estas bandas tem (Horta-Faial-Açores), e inclusive pagando 3,5 e uma sobretaxa mensal, para ter médico e enfermeiro ao domicilio. Ou seja, um seguro, que me dá um direito a não ter direito a NADA, e que me fez tanta falta, quando a doença atingiu a pessoa que mais amei na vida. Mas atenção: todos os meses, a conta na CGD, tão flagelada pelos outros que andam a monte, vai emagrecendo, até com a particularidade de durante algum tempo, a pessoa falecida, ainda estar a descontar...para a saúde. Vejam só como isto funciona: E atenção: não é o Estado o maior culpado, repito, muito embora o Estado devia detectar estas coisas como lhe é obrigação. São os privados. Os mesmos que deram, cabo dos bancos, da Caixa Geral, Da Telecom. E muitas outras coisas, de que nem o nome se sabe.
O que quero aqui evidenciar, é que a aldrabice, a corrida ao dinheiro, o roubo e o "toma que já almoçaste", é o grande emblema da nossa ou deles, sociedade, De algum do nosso privado: que recebe e não concede regalias: esta a pergunta: E vem a resposta: Aí! não tem dimensão para ter as regalias solicitadas. Tem de deslocar-se- a Lisboa. Ou ao Porto; ou a Coimbra; ou até Ponta Delgada. Ou outra desculpa esfarrapada e vergonhosa. Faz-me lembrar o antigamente: não se justifica, porque não dá lucro. Se isto não é tudo, então MERDE! E pior do que isto: é que mesmo, com poucas saudades do antigamente, e se há alguém que o pode dizer e provar (e olhem, que não são assim tantos...penso que estou na linha da frente), não para voltar, mas para repor o muito do que anda, menos bem. E não me falem que o Estado, é quem tem a culpa de tudo. Não tem; não senhor...
E a "lenga-lenga" do "invista", "invista" e insista, continua para durar. E eu nem que ande por cá mais mil anos, vou nessa...
E atenção: o grande e maior mal, nem vem do Estado, que também fica mal no fotografia. Vem sobretudo dos privados, do sector privado. São os Bancos, as companhias de Seguros, a Saúde Privada. A titulo de exemplo já lhes digo: tenho um seguro de saúde, privado claro, ao qual fui praticamente obrigado, quando um politico e seu governo, que nem vou dizer o nome por tão evidente,,. e de quem gosto tanto, tudo privatizou, até o que não devia e dava lucro, (ofereceu ao privado). Mas e curiosamente, quando saiu da governação, optou pelo publico, o pouco que restou, a educação, quando oferecia às queridas mamães e seus meninos, (algumas, não todas, alegando o direito de escolha...) ao privado. Porque eu tinha um sistema pertencente, a um sub sistema publico, à semelhança da ADSE e que era menos mau, ao contrario deste que não se digna ter nem ser, já que nem um clínico geral, por estas bandas tem (Horta-Faial-Açores), e inclusive pagando 3,5 e uma sobretaxa mensal, para ter médico e enfermeiro ao domicilio. Ou seja, um seguro, que me dá um direito a não ter direito a NADA, e que me fez tanta falta, quando a doença atingiu a pessoa que mais amei na vida. Mas atenção: todos os meses, a conta na CGD, tão flagelada pelos outros que andam a monte, vai emagrecendo, até com a particularidade de durante algum tempo, a pessoa falecida, ainda estar a descontar...para a saúde. Vejam só como isto funciona: E atenção: não é o Estado o maior culpado, repito, muito embora o Estado devia detectar estas coisas como lhe é obrigação. São os privados. Os mesmos que deram, cabo dos bancos, da Caixa Geral, Da Telecom. E muitas outras coisas, de que nem o nome se sabe.
O que quero aqui evidenciar, é que a aldrabice, a corrida ao dinheiro, o roubo e o "toma que já almoçaste", é o grande emblema da nossa ou deles, sociedade, De algum do nosso privado: que recebe e não concede regalias: esta a pergunta: E vem a resposta: Aí! não tem dimensão para ter as regalias solicitadas. Tem de deslocar-se- a Lisboa. Ou ao Porto; ou a Coimbra; ou até Ponta Delgada. Ou outra desculpa esfarrapada e vergonhosa. Faz-me lembrar o antigamente: não se justifica, porque não dá lucro. Se isto não é tudo, então MERDE! E pior do que isto: é que mesmo, com poucas saudades do antigamente, e se há alguém que o pode dizer e provar (e olhem, que não são assim tantos...penso que estou na linha da frente), não para voltar, mas para repor o muito do que anda, menos bem. E não me falem que o Estado, é quem tem a culpa de tudo. Não tem; não senhor...
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