QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
sexta-feira, 3 de abril de 2020
O PENSAMENTO E A ESCRITA DE HUMBERTO VICTOR MOURA - QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS: EM CASA. AT HOME. CHEZ MOIS OU CHEZ VOUS. ADEUS......
O PENSAMENTO E A ESCRITA DE HUMBERTO VICTOR MOURA - QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS: EM CASA. AT HOME. CHEZ MOIS OU CHEZ VOUS. ADEUS......: Estávamos "entretidos", direi mesmo alienados, com tantos "futebóis", tanta politica, tanta corrupção, tanta noticia cor...
EM CASA. AT HOME. CHEZ MOIS OU CHEZ VOUS. ADEUS...AU REVOIR
Estávamos "entretidos", direi mesmo alienados, com tantos "futebóis", tanta politica, tanta corrupção, tanta noticia cor de rosa, tanta mentira na comunicação, tanto veneno nas redes sociais, um mundo de "pernas para o ar" a que nos habituámos, como se fosse normal, que em pouco mais de uma semana, todo ele se alterou, ainda para pior. O porquê da "coisa? Um vírus, minúsculo, sorrateiro, feio, mal conhecido ou melhor, desconhecido, da família dos coronos, o 19 mais concretamente, que vindo sorrateiro , disfarçado e mascarado de gripe, de sazonal, estremeceu e estar a mudar o mundo. Até nós outros aqui no c...do mundo, ficamos a ver a banda passar pelas TVS: milhares de mortes por todos os lados. Fomos todos apanhados de surpresa. Ninguém pensava que uma coisa destas poderia ou iria acontecer. Minha santa e querida mãe falava numa " Gripe Espanhola" que dizimara a população do mundo, em cerca de 80 milhões. Alturas houve, em que nem coveiros remanesciam para enterrar os mortos.
Fomos apanhados desprevenidos desta vez. Nunca alguém pensara que um vírus insignificante, iria lavar ao pânico, um mundo super-civilizado, super-adiantado, super-sábio, super-sabido e sabedor. E milhares de vivos deixaram de o ser. E as TVS, entraram em rodopio, esfregando as mãos: trabalho não lhes falta, enquanto os outros vão perdendo quase tudo, desde o trabalho, à vida.
E eu fico pensando: se o fim disto tudo, não será assim. embora estando de acordo com o que está a a ser feito, para tentar sair deste "embróglio" e deste "rodopio", que alguns "maldizentes" ou arautos da graça e da desgraça, dizem ter sido originado algures na China e em manjares de mandarins ou onde imperam animais selvagens e exóticos...
Estou de acordo com as medidas que o Costa e o Marcello estão a anunciar. Espero mesmo que isto se esfume...Mas o mundo irá e para já, ser outro. Talvez até que surja uma reflexão e até para melhor. Aguardemos "chez nous", "chez mois", em casa, "at home". É o que nos resta e o mínimo que podemos fazer. Por aqui, nem sequer mascaras para tapar o nariz. Felizmente álcool já aparece. Boa sorte e boa tarde. Não te esqueças: em casa, at home, chez vous ou chez mois. Adieu...
Fomos apanhados desprevenidos desta vez. Nunca alguém pensara que um vírus insignificante, iria lavar ao pânico, um mundo super-civilizado, super-adiantado, super-sábio, super-sabido e sabedor. E milhares de vivos deixaram de o ser. E as TVS, entraram em rodopio, esfregando as mãos: trabalho não lhes falta, enquanto os outros vão perdendo quase tudo, desde o trabalho, à vida.
E eu fico pensando: se o fim disto tudo, não será assim. embora estando de acordo com o que está a a ser feito, para tentar sair deste "embróglio" e deste "rodopio", que alguns "maldizentes" ou arautos da graça e da desgraça, dizem ter sido originado algures na China e em manjares de mandarins ou onde imperam animais selvagens e exóticos...
Estou de acordo com as medidas que o Costa e o Marcello estão a anunciar. Espero mesmo que isto se esfume...Mas o mundo irá e para já, ser outro. Talvez até que surja uma reflexão e até para melhor. Aguardemos "chez nous", "chez mois", em casa, "at home". É o que nos resta e o mínimo que podemos fazer. Por aqui, nem sequer mascaras para tapar o nariz. Felizmente álcool já aparece. Boa sorte e boa tarde. Não te esqueças: em casa, at home, chez vous ou chez mois. Adieu...
quarta-feira, 1 de abril de 2020
O VIRÚS? OU O "BICHO" FEIO?
Estamos a viver, um momento único, na vida (e na morte), do alcunhado planeta "Terra", e isto para dizer, que o medo, (para não referir o pânico), se instalou nas mentes das pessoas, para ficar. Ninguém que eu saiba, mesmo admitindo as fragilidades, (e incoerências que são muitas), do humano e de tudo o que o suporta, como sociedade, chegasse ao ponto, de uma quiçá insignificante, (um pequeno vírus da família dos coronos) viesse alterar, e mesmo pôr em causa, muito do que levara muitos séculos a conseguir ultrapassar: sobretudo no aspeto cientifico: a incapacidade de anular os efeitos da sua capacidade infeciosa e a sua eliminação da agenda dos até agora impossíveis, "males" que continuam males, sem que ciência tenha respostas capazes, diretas
e rápidas para os resolver. E os números viraram assustadores na área da saúde: milhares de mortes, milhares de infectados, grande parte na própria área dos que a promovem, dos que a usam para benefício de todos. Caso para dizer: somos de facto ainda muito débeis e pequenos e mesmo impotentes, quando a Natureza decide atuar. Diz-se que há grandes males que podem vir por bem,. No caso, o ambiente ganhou, mas a vida humana perdeu. E perdeu muito. E fico pensando, se o homem, uma vez mais, não terá posto a "sua mão", de forma leviana como sempre, ao desafiar ela própria, com manjares excêntricos, apetites ecléticos, menos saudáveis, que a própria Natureza lhes ofereceu e outorgou, tal como uma maçã, não a de Newton, mas a de Adão , sendo por tal penalizado? è apenas uma graça e também e uma pergunta, que convém refletir e que a ser verdade, tem que ser rapidamente considerada e proibida. Afinal tanta tecnologia, alta e baixa, para quê, se o homem não domina a trivialidade da rotina? Não domina grandes áreas da ciência, se não mesmo toda ela? Não deveria ser este o limiar para tentar contrariar a morte em toda a sua extensão? Viver mais e melhor, para fazer mais e melhor? Vamos pensar nisto, depois de vencer esta...pandemia...
e rápidas para os resolver. E os números viraram assustadores na área da saúde: milhares de mortes, milhares de infectados, grande parte na própria área dos que a promovem, dos que a usam para benefício de todos. Caso para dizer: somos de facto ainda muito débeis e pequenos e mesmo impotentes, quando a Natureza decide atuar. Diz-se que há grandes males que podem vir por bem,. No caso, o ambiente ganhou, mas a vida humana perdeu. E perdeu muito. E fico pensando, se o homem, uma vez mais, não terá posto a "sua mão", de forma leviana como sempre, ao desafiar ela própria, com manjares excêntricos, apetites ecléticos, menos saudáveis, que a própria Natureza lhes ofereceu e outorgou, tal como uma maçã, não a de Newton, mas a de Adão , sendo por tal penalizado? è apenas uma graça e também e uma pergunta, que convém refletir e que a ser verdade, tem que ser rapidamente considerada e proibida. Afinal tanta tecnologia, alta e baixa, para quê, se o homem não domina a trivialidade da rotina? Não domina grandes áreas da ciência, se não mesmo toda ela? Não deveria ser este o limiar para tentar contrariar a morte em toda a sua extensão? Viver mais e melhor, para fazer mais e melhor? Vamos pensar nisto, depois de vencer esta...pandemia...
quinta-feira, 19 de março de 2020
A ESPANHOLA TAMBÉM PASSOU POR AQUI
O Corona vírus, (coron19), surgido há poucos meses na China, está a querer trazer à mente humana, velhas recordações de execrandos tempos, (1918/1920), em que também uma pandemia, dizimou parte da população mundial (entre 60 e 80 milhões de mortes), e vitimou mais do que a própria I Guerra Mundial, a alcunhada de Grande Guerra, (1914/1918).
Foi um período muito difícil da vida humana, a que o mundo assistiu, uma Guerra brutal, seguida de uma surte d gripe, também brutal, gripe então alcunhada de Espanhola. Este surto de gripe, que ora se terá iniciado numa província chinesa, e que não se sabe muito bem e ao certo a sua origem biológica, passou a transmitir-se de uma forma assombrosa, e em pouco tempo, estendeu-se pelos quatro grandes continentes do mundo.
Silenciosa e mortífera, sem vacina ou cura presentes, promete arrastar o mundo para uma situação de catástrofe, em diversos e múltiplos aspetos da vivência humana, já que os serviços sanitários mundiais, não estavam e ainda não estão preparados minimamente para este tipo de doença virulenta e mortífera. Acresce que a comunicação social, sobretudo a feita através da imagem (TV, Redes Sociais, etc) acompanham ao segundo, de uma forma intensa, exaltada, circunstanciada, por vezes até falseada e exagerada, dando ao evento, um notoriedade que jamais e alguma vez terá acontecido, uma espécie de grito "perorativo", a clamar por um "medo fagedénico), surgido e já sepultado há cerca de cem anos - a Espanhola. Curiosamente a Espanhola, apesar de muitos pontos comuns (contagio, e mortalidade), atingia sobretudo os mais jovens, ao contrario do que com esta acontece, que atinge porventura os mais vulneráveis, que são os idosos e os portadores de doenças crónicos).
Mas o que convêm realçar, é a onda de medo que se gerou e se está a gerar. Nunca alguma vez, o "substrato" medo, correu a tanto velocidade pelo espaço como agora. Nunca alguma vez as pessoas, se sentiram tão inseguras e tão ameaçadas, por uma doença que aparentemente parecia insignificante. Nunca as restrições à normalidade, foram tão utilizadas. Nunca o medo, gerou uma cadeia de pânico, tão universal e alargado, como esta. É que o medo, é uma força poderosa, que o homem utilizou e utiliza, (é ver a História), quando lhe convém, através dos tempos, em seu beneficio. Mas este é outro tipo de medo: a própria Natureza, e a incapacidade humana, estarão de acordo e encarregaram-se de o fazer, e a ciência humana, tal como outras catástrofes naturais ( sismos, tempestades, tsunamis), não têm a solução desejada e atempada.
E eu fico a pensar: É CASO PARA PERGUNTAR: O QUE FAZ OU GERA MEDO...É QUE ESTE, É UM MEDO DIFERENTE: É O MEDO DA MORTE. E A MORTE, É O FIM DE TUDO, E A VIDA, O MAIOR BEM QUE A VIDA POSSUE, UMA INCOGNITA QUE NOS DESLIGA PARA SEMPRE DAQUILO QUE NOS FOI OFERENDADO; DADO E OFERECIDO TÃO MAGNANIMAMENTE; TUDO O QUE TEMOS; O QUE TINHAMOS; TIVEMOS, CRIAMOS E RECRIAMOS. A NOSSA ALMA, A NOSSA DESCENDENCIA, O NOSSO AMOR. É ISTO. PARTIR GERA E METE MEDO...
E é por essa razão, que há muito entendo, (tenho mesmo um livro que se alarga sobre esse tema que se chama "SINAIS DE INFINITO"- Realidades e Mitos doo nosso Tempo: o de que a vida, (a do homem, sobretudo), deve (alongar-se) no Tempo, justificando-se por ser de demasiado curta, e de MAIS VALIA e utilidade para a continuidade da própria Vida no Universo.
Foi um período muito difícil da vida humana, a que o mundo assistiu, uma Guerra brutal, seguida de uma surte d gripe, também brutal, gripe então alcunhada de Espanhola. Este surto de gripe, que ora se terá iniciado numa província chinesa, e que não se sabe muito bem e ao certo a sua origem biológica, passou a transmitir-se de uma forma assombrosa, e em pouco tempo, estendeu-se pelos quatro grandes continentes do mundo.
Silenciosa e mortífera, sem vacina ou cura presentes, promete arrastar o mundo para uma situação de catástrofe, em diversos e múltiplos aspetos da vivência humana, já que os serviços sanitários mundiais, não estavam e ainda não estão preparados minimamente para este tipo de doença virulenta e mortífera. Acresce que a comunicação social, sobretudo a feita através da imagem (TV, Redes Sociais, etc) acompanham ao segundo, de uma forma intensa, exaltada, circunstanciada, por vezes até falseada e exagerada, dando ao evento, um notoriedade que jamais e alguma vez terá acontecido, uma espécie de grito "perorativo", a clamar por um "medo fagedénico), surgido e já sepultado há cerca de cem anos - a Espanhola. Curiosamente a Espanhola, apesar de muitos pontos comuns (contagio, e mortalidade), atingia sobretudo os mais jovens, ao contrario do que com esta acontece, que atinge porventura os mais vulneráveis, que são os idosos e os portadores de doenças crónicos).
Mas o que convêm realçar, é a onda de medo que se gerou e se está a gerar. Nunca alguma vez, o "substrato" medo, correu a tanto velocidade pelo espaço como agora. Nunca alguma vez as pessoas, se sentiram tão inseguras e tão ameaçadas, por uma doença que aparentemente parecia insignificante. Nunca as restrições à normalidade, foram tão utilizadas. Nunca o medo, gerou uma cadeia de pânico, tão universal e alargado, como esta. É que o medo, é uma força poderosa, que o homem utilizou e utiliza, (é ver a História), quando lhe convém, através dos tempos, em seu beneficio. Mas este é outro tipo de medo: a própria Natureza, e a incapacidade humana, estarão de acordo e encarregaram-se de o fazer, e a ciência humana, tal como outras catástrofes naturais ( sismos, tempestades, tsunamis), não têm a solução desejada e atempada.
E eu fico a pensar: É CASO PARA PERGUNTAR: O QUE FAZ OU GERA MEDO...É QUE ESTE, É UM MEDO DIFERENTE: É O MEDO DA MORTE. E A MORTE, É O FIM DE TUDO, E A VIDA, O MAIOR BEM QUE A VIDA POSSUE, UMA INCOGNITA QUE NOS DESLIGA PARA SEMPRE DAQUILO QUE NOS FOI OFERENDADO; DADO E OFERECIDO TÃO MAGNANIMAMENTE; TUDO O QUE TEMOS; O QUE TINHAMOS; TIVEMOS, CRIAMOS E RECRIAMOS. A NOSSA ALMA, A NOSSA DESCENDENCIA, O NOSSO AMOR. É ISTO. PARTIR GERA E METE MEDO...
E é por essa razão, que há muito entendo, (tenho mesmo um livro que se alarga sobre esse tema que se chama "SINAIS DE INFINITO"- Realidades e Mitos doo nosso Tempo: o de que a vida, (a do homem, sobretudo), deve (alongar-se) no Tempo, justificando-se por ser de demasiado curta, e de MAIS VALIA e utilidade para a continuidade da própria Vida no Universo.
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
DIVAGANDO, sobre a v ida e sobre a morte
Acredito que as capacidades do humano, tal como de algumas outras formas de vida, e obedecendo ao conceito da evolução, não estão esgotadas, nem sequer minimamente alcançadas.
No entanto, e no tempo, que no passa e no que passou, avança-se muito mais em áreas de menor valia, para o entendimento e a continuidade da vida, sem saber, nem as grandes origens, nem os destinos a que ela se deve submeter. A morte por exemplo, (que é afinal o fim dessa vida), é aceite com uma naturalidade excessiva, e uma complacência total, salvo como esperança religiosa, nem sempre comummente aceite, sem que se tente desvendar, a razão da sua necessidade ou a da sua utilidade ou até da sua consequência. Morre-se porque é assim mesmo: porque os outros que nos antecederam, também lhes aconteceu o mesmo, Morre-se, porque tudo tem principio e tudo terá inevitavelmente fim. É uma simplicidade que confrange.
E o fim, pode ser eventualmente um ou o principio.
Pessoa muito chegada e muito religiosa, assim me dizia em tom de graça: " Homem, Nunca ninguém veio cá dizer nada...após a morte.
Por mim penso, que é preciso encarar, quer a vida, quer a morte, de forma diferente. Conseguir mais tempo à vida, tentando descobrir as suas limitações. Usar a morte, apenas como refugio para o desencanto, o que poderá nunca acontecer.
No entanto, e no tempo, que no passa e no que passou, avança-se muito mais em áreas de menor valia, para o entendimento e a continuidade da vida, sem saber, nem as grandes origens, nem os destinos a que ela se deve submeter. A morte por exemplo, (que é afinal o fim dessa vida), é aceite com uma naturalidade excessiva, e uma complacência total, salvo como esperança religiosa, nem sempre comummente aceite, sem que se tente desvendar, a razão da sua necessidade ou a da sua utilidade ou até da sua consequência. Morre-se porque é assim mesmo: porque os outros que nos antecederam, também lhes aconteceu o mesmo, Morre-se, porque tudo tem principio e tudo terá inevitavelmente fim. É uma simplicidade que confrange.
E o fim, pode ser eventualmente um ou o principio.
Pessoa muito chegada e muito religiosa, assim me dizia em tom de graça: " Homem, Nunca ninguém veio cá dizer nada...após a morte.
Por mim penso, que é preciso encarar, quer a vida, quer a morte, de forma diferente. Conseguir mais tempo à vida, tentando descobrir as suas limitações. Usar a morte, apenas como refugio para o desencanto, o que poderá nunca acontecer.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
É por estas alturas, que nos apercebemos de que o veneno e o ódio, andam de mãos dadas com aquilo que convencionamos, chamar de "eleições". E elas aí estão mais uma vez. Enaltecidas, ajudadas, empurradas, bem e mal amadas, do agrado e do desagrado, das pessoas, da comunicação social, das politicas e dos políticos. E é na comunicação e nas redes ditas sociais, que se concentra, quer o "lirismo", quer o azedume, para não falar em ódio de "estimação", negação, mentira descarada ou outra coisa qualquer que favoreça ou deite a mão. Por vezes até parece que as consciências e a seriedade desapareceram ou se alteraram. São as ideologias , e os interesses pessoais uns instalados outros aguardando vez por trás, e a virem ao de cima.
Justificam os "diseures" da coisa politica ou politizada: É a democracia. Mas Democracia é isto?Um vale tudo, baseado num "montão" de egoísmos, e "mausuras? Não é, não deve, nem pode ser. A algo muito assente em opinião, em verdade, em seriedade, e
em justiça.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
O CONFRONTO, UMA NECESSIDADE, UMA PAIXÃO OU UM APELO À REFLEXÃO
Se analisarmos, mesmo que de forma "aligeirada", o percurso da vida humana, fácil será concluir, que a guerra fez (e faz) dela parte e acompanhou sempre o seu percurso, numa luta questionável e desigual, porque louca e desprovida de sentido, tentando solucionar (?), estados de alma e ganâncias, algumas pessoais e desprovidas de qualquer sentido e razão. Chamaram-lhe guerra, um desequilíbrios mental, traduzido em morte e destruição. O século XX, terá sido, na ainda incipiente história da vida, o que atingiu mais proporções e maiores dimensões. A seguir à Segunda Guerra Mundial, depois de mais de 60 milhões de mortes, a comunidade humana, entendeu e por bem, fazer uma trégua e um "stand bye", para chorar, exorcizar, carpir, e acudir a outras frentes, que de uma ou de outra forma, também desafiavam e perigavam o seu bem-estar. E voltou-se para a Natureza, a sua própria génese e talvez, razão de estar e ser no espaço e no mundo. Aí nasceu aquela que deve ser a maior e mais credenciada paixão e necessidade do ser humano - a sua preservação. Mas a guerra estava lá para continuar, traduzida em outras formas e formulas de luta, porventura muito menos destrutivas e mais apaziguadoras, porventura mais apaixonantes, e alienatórias, uma espécie de doçura esfusiante, sempre com o mesmo fim e destino à vista: ganhar, ganhar sempre: numa palavra: sermos melhores. Mais capazes. Diferentes.
E isso faz parte da idiossincrasia humana: sermos diferentes, naturalmente para melhor.
Mas há "guerra", num jogo de bola, mesmo que seja de trapos ou a feijões. Pode é ser uma guerra mais civilizada, (muito embora, com o mesmo suporte de superioridade pelo meio). Substituiu-se a guerra tradicional de bombas e mortes, pela guerra verbal, de resultados e dinheiro; do negócio e brio, que atinge o foro de de nacional. Mas o fim é o mesmo, embora não as consequências. E ainda bem. É uma primeira fase, que convém melhorar e aperfeiçoar, até se conseguir a racional, que por ora não existe.
E isso faz parte da idiossincrasia humana: sermos diferentes, naturalmente para melhor.
Mas há "guerra", num jogo de bola, mesmo que seja de trapos ou a feijões. Pode é ser uma guerra mais civilizada, (muito embora, com o mesmo suporte de superioridade pelo meio). Substituiu-se a guerra tradicional de bombas e mortes, pela guerra verbal, de resultados e dinheiro; do negócio e brio, que atinge o foro de de nacional. Mas o fim é o mesmo, embora não as consequências. E ainda bem. É uma primeira fase, que convém melhorar e aperfeiçoar, até se conseguir a racional, que por ora não existe.
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