Morreu hoje aos 76 anos, o físico britânico Stephen Hawking,
Trata-se de alguém (um humano), que recusou aceitar, sem questionar, a vida e tudo o que a rodeia: as suas origens, os seus desígnios. Alguém que fez da interrogação, da consciência, e de todas as "ferramentas" que a mente humana, vai desvendando, no espaço e no tempo, a sua forma de estar e a sua posição na vida, alguém que reconhecendo embora a "pequenez", versus a grandiosidade do que a suporta-
, aquilo que se supõe ser o infinito, ele curiosamente invalidado para uma vida física activa, deixou-nos o sonho e a esperança de questionar e questionar sempre, o que somos e o que viemos aqui fazer.
E mais: desafiar os limites do cosmo e da Vida.
Bem hajas por isso.
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
quarta-feira, 14 de março de 2018
quinta-feira, 8 de março de 2018
AS MULHERES DA MINHA VIDA
HOJE. DIA CONSAGRADO À MULHER, NÃO POSSO DE DEIXAR DE REFERIR, COMO JÁ O FIZ POR DIVERSAS VEZES, AQUELAS A QUEM TUDO DEVO NA VIDA:
A MINHA COMPANHEIRA, ESPOSA AMADA, CONFIDENTE, LUZ DA MINHA VIDA, MARIA ANTONIETA.
FRANCISCA DE OLIVEIRA CABRAL, EXTREMOSA MÃE E AMIGA, A QUEM DEVO MUITO NO PERCURSO JÁ LONGO QUE VOU TRILHANDO.
PARA AMBAS, O MEU SAUDOSO BEIJO, ONDE QUER QUE ESTEJAM.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
ABRIR A ALMA E REPARTIR O CORAÇÃO
Deixem-me abrir a alma e repartir o coração.
Parar para poder pensar, acontece algumas vezes na vida. São momentos raros, de imensa e intensa emoção, saudade, e beleza. Momentos que nos transportam a outra vida ou vidas, enquadrada em outros tempos, a que demos nome de passado. E a idade é isso: tempo, memória, saudade, passado.
Pode também ser "saber" e "saberes", experiência, sensatez. Pode até ser solidão, tristeza e desilusão.
E mesmo sem querer, esse cínico transformador, do que vive e do que morre, - o Tempo -, esse maganão, insensível e irredutível, vai-nos enredando sem apelo nem agravo, no que fomos, no que somos, no que queremos, desejamos ou iremos ser, daqui a algum, a pouco ou muito tempo.
E aí "entra" o jogo do perverso, daquilo que passa a atormentar-nos, um "óbice" que não deixa seus hábeis e mágicos créditos por mãos alheias.
E logo surge a interrogação e a dúvida. Nascer e viver, por quê a para quê? E morrer?
Neste momento, o tempo concedeu-me uma espécie de moratória, um pequeno espaço íntimo, para inquirir-me sobre o que fui, o que sou e o que desejei ser. Como vejo o mundo: o meu e o dos outros. E as interrogações continuam bastas, confusas: quem fez tudo isto que me rodeia: como, porquê e para quê?
As explicações tardam ou não chegam ou não convencem. A própria ciência falha. E o homem sagaz como é, inventa, recria, recorre ao isotérico, ao desconhecido, e chama-lhe MISTÉRIO.
E eu fico a pensar.
Parar para poder pensar, acontece algumas vezes na vida. São momentos raros, de imensa e intensa emoção, saudade, e beleza. Momentos que nos transportam a outra vida ou vidas, enquadrada em outros tempos, a que demos nome de passado. E a idade é isso: tempo, memória, saudade, passado.
Pode também ser "saber" e "saberes", experiência, sensatez. Pode até ser solidão, tristeza e desilusão.
E mesmo sem querer, esse cínico transformador, do que vive e do que morre, - o Tempo -, esse maganão, insensível e irredutível, vai-nos enredando sem apelo nem agravo, no que fomos, no que somos, no que queremos, desejamos ou iremos ser, daqui a algum, a pouco ou muito tempo.
E aí "entra" o jogo do perverso, daquilo que passa a atormentar-nos, um "óbice" que não deixa seus hábeis e mágicos créditos por mãos alheias.
E logo surge a interrogação e a dúvida. Nascer e viver, por quê a para quê? E morrer?
Neste momento, o tempo concedeu-me uma espécie de moratória, um pequeno espaço íntimo, para inquirir-me sobre o que fui, o que sou e o que desejei ser. Como vejo o mundo: o meu e o dos outros. E as interrogações continuam bastas, confusas: quem fez tudo isto que me rodeia: como, porquê e para quê?
As explicações tardam ou não chegam ou não convencem. A própria ciência falha. E o homem sagaz como é, inventa, recria, recorre ao isotérico, ao desconhecido, e chama-lhe MISTÉRIO.
E eu fico a pensar.
Afinal o que somos ? MUITO POUCO
domingo, 18 de fevereiro de 2018
O CAPITAL DE RISCO
A bondade deste "pensamento" e desse sonho, tem muito que se lhe diga.
E a fórmula caseira, tem dado "água pela barba".
Vejam-se os bancos e a banca, derretida e falida, aguardando o beneplácito do Estado (e do nosso, que está sempre a "arder"), para tentar reabilitar o que por si só, nunca deveria ter acontecido. E reclamam-se investimentos de seguida. Só os idiotas ou os loucos, podem fechar os olhos, principalmente aqueles que levaram uma vida inteira a pôr uns trocados, as chamadas poupanças, suados diga-se, para que a velhice ou alguma eventualidade na vida, e a saúde prioritariamente, lhes fosse amenizada por essa via.
Exemplo vivo, é o BES e a própria CGD, também ganhou apuros, de má gerência, sem que ninguém tenha conseguido saber ao certo, para onde foi essa " pipa de massa", o nome dos responsáveis e quem eram os protagonista, (sigilo profissional?), afinal tratava-se de um super banco, gerido com o beneplácito dos Partidos, sobretudo as gerências, mas com os dinheiros dos depositantes, dinheiros agora sujeitos a um escrutínio ridículo e pouco entendível, ou seja: emprestar dinheiro ao banco, e ele banco, governando-se (com a liquidez), acrescida da taxa bizarra de "manutenção de conta, para ir obter lucros, quando devia ser o contrário.
Durante uma vida, exaltaram essa fórmula de poupar investindo, sobretudo em acções, e era o considerado correto, o politicamente correto. Mas isto foi chão que deu uva. Agora se calhar o correto, é pô-lo debaixo do travesseiro (muito à americana) e tirar a carta de uso e porte de armas. Será?
E a fórmula caseira, tem dado "água pela barba".
Vejam-se os bancos e a banca, derretida e falida, aguardando o beneplácito do Estado (e do nosso, que está sempre a "arder"), para tentar reabilitar o que por si só, nunca deveria ter acontecido. E reclamam-se investimentos de seguida. Só os idiotas ou os loucos, podem fechar os olhos, principalmente aqueles que levaram uma vida inteira a pôr uns trocados, as chamadas poupanças, suados diga-se, para que a velhice ou alguma eventualidade na vida, e a saúde prioritariamente, lhes fosse amenizada por essa via.
Exemplo vivo, é o BES e a própria CGD, também ganhou apuros, de má gerência, sem que ninguém tenha conseguido saber ao certo, para onde foi essa " pipa de massa", o nome dos responsáveis e quem eram os protagonista, (sigilo profissional?), afinal tratava-se de um super banco, gerido com o beneplácito dos Partidos, sobretudo as gerências, mas com os dinheiros dos depositantes, dinheiros agora sujeitos a um escrutínio ridículo e pouco entendível, ou seja: emprestar dinheiro ao banco, e ele banco, governando-se (com a liquidez), acrescida da taxa bizarra de "manutenção de conta, para ir obter lucros, quando devia ser o contrário.
Durante uma vida, exaltaram essa fórmula de poupar investindo, sobretudo em acções, e era o considerado correto, o politicamente correto. Mas isto foi chão que deu uva. Agora se calhar o correto, é pô-lo debaixo do travesseiro (muito à americana) e tirar a carta de uso e porte de armas. Será?
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Democratizar a própria Comunicação
Nunca e alguma vez , a comunicação social foi tão longe, em matéria de justiça, de opinião e até de confusão.
Ao comum dos cidadãos, dará mesmo a impressão de que a justiça deste país, anda a "reboque"de alguma comunicação social mais ousada, agressiva, ou no mínimo, despudorada e sensacionalista.
Tornou-se num poder controverso, e pouco credível, influenciando outros de forma negativa, quiçá e por vezes, antidemocrática.
Nada lhe escapa; o país tornou-se o seu campo de batalha e a sua "baia". Deixou da haver ou existir "segredos", nomeadamente os de justiça e os outros, aqueles que consagrados à própria intimidade, mesmo que não ou nunca provados, e que divulgados, vão manchar para sempre, a vida, às vezes a honra e para sempre, de muita gente.
É altura de reflectir e acabar com esse tipo de comportamento. Para além de gerar alguma confusão, às vezes revolta, tem o condão de desacreditar, tudo aquilo em que queremos acreditar: a verdade.
A Democracia nem é a balda, nem o regabofe. É antes de mais, o respeito. Por tudo e por todos, mesmo até por aqueles que caiam na alçada da justiça, ou daquela
que não é e nunca a foi.
Ao comum dos cidadãos, dará mesmo a impressão de que a justiça deste país, anda a "reboque"de alguma comunicação social mais ousada, agressiva, ou no mínimo, despudorada e sensacionalista.
Tornou-se num poder controverso, e pouco credível, influenciando outros de forma negativa, quiçá e por vezes, antidemocrática.
Nada lhe escapa; o país tornou-se o seu campo de batalha e a sua "baia". Deixou da haver ou existir "segredos", nomeadamente os de justiça e os outros, aqueles que consagrados à própria intimidade, mesmo que não ou nunca provados, e que divulgados, vão manchar para sempre, a vida, às vezes a honra e para sempre, de muita gente.
É altura de reflectir e acabar com esse tipo de comportamento. Para além de gerar alguma confusão, às vezes revolta, tem o condão de desacreditar, tudo aquilo em que queremos acreditar: a verdade.
A Democracia nem é a balda, nem o regabofe. É antes de mais, o respeito. Por tudo e por todos, mesmo até por aqueles que caiam na alçada da justiça, ou daquela
que não é e nunca a foi.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
PAGAR, PARA "EMPRESTAR" DINHEIRO?
Um dos grandes "embustes" da sociedade moderna, para além do capitalismo e sem limites, ultrapassando mesmo, o bom senso e o razoável, é o pensamento e a filosofia que está a presidir ao sistema financeiro e mais concretamente, aos seus agentes, os bancos. Podemos mesmo dizer, que os bancos, são neste momento os grandes "vilões" da economia, o que deveriam ser exactamente o inverso.
Como os créditos mal parados começaram a acumular-se, como a fatal falta de liquidez começou a acentuar-se, eles resolveram, quase como num dumping por unanimidade ou outra instituição de especulação, ou um "milagre" económico, decidirem em uníssono, criar o remédio, criar fórmulas ilegais e manhosas de obter dinheiros de quem precisa, tudo pela falta de competência irresponsabilidade, e depois recorrem ao Estado (que somos todos nós), para resolver os seus/nossos males e problemas quando a "coisa" dá para o torto..
Mas o mais gravoso, ridículo, ilegal e até indecoroso, é o cliente, ter de pagar para lhes emprestar dinheiro. Sim, O cliente ao depositar dinheiro, está emprestando para que ele banco tenha liquidez , para que não lhe falta, para negociar com quem dele precisa.
Só que os bancos, neste momento, nem sequer pagam juros pelas miseras poupanças dos cidadãos, levam ouro e cabelo, a quem precisa desse dinheiro, e não se satisfazendo com "tão" pouco, vão à "continha" e todos os meses à hora aprazada "zás", toma lá que já almoçaste. Quer isto dizer que vivem de quem precisa de dinheiro e o vai buscar ao preço dos olhos da cara, mas e também, de quem lhes dá esse dinheiro, para o emprestarem, os depositantes. Mas o mais bizarro
, é que estes, também levam a machada, dando lhes o nome ridículo e pomposo, de "manutenção de conta".
A solução pode passar novamente pelos lençóis e pelo travesseiro, uma solução à moda antiga, que tem os seus inconvenientes, mas algumas benesses. Uma delas é fazer com que os bancos pensem, olhem para o que fazem, os seus erros, as suas limitações, o seu futuro, e não caiam em tentações próximas do roubo.
Como os créditos mal parados começaram a acumular-se, como a fatal falta de liquidez começou a acentuar-se, eles resolveram, quase como num dumping por unanimidade ou outra instituição de especulação, ou um "milagre" económico, decidirem em uníssono, criar o remédio, criar fórmulas ilegais e manhosas de obter dinheiros de quem precisa, tudo pela falta de competência irresponsabilidade, e depois recorrem ao Estado (que somos todos nós), para resolver os seus/nossos males e problemas quando a "coisa" dá para o torto..
Mas o mais gravoso, ridículo, ilegal e até indecoroso, é o cliente, ter de pagar para lhes emprestar dinheiro. Sim, O cliente ao depositar dinheiro, está emprestando para que ele banco tenha liquidez , para que não lhe falta, para negociar com quem dele precisa.
Só que os bancos, neste momento, nem sequer pagam juros pelas miseras poupanças dos cidadãos, levam ouro e cabelo, a quem precisa desse dinheiro, e não se satisfazendo com "tão" pouco, vão à "continha" e todos os meses à hora aprazada "zás", toma lá que já almoçaste. Quer isto dizer que vivem de quem precisa de dinheiro e o vai buscar ao preço dos olhos da cara, mas e também, de quem lhes dá esse dinheiro, para o emprestarem, os depositantes. Mas o mais bizarro
, é que estes, também levam a machada, dando lhes o nome ridículo e pomposo, de "manutenção de conta".
A solução pode passar novamente pelos lençóis e pelo travesseiro, uma solução à moda antiga, que tem os seus inconvenientes, mas algumas benesses. Uma delas é fazer com que os bancos pensem, olhem para o que fazem, os seus erros, as suas limitações, o seu futuro, e não caiam em tentações próximas do roubo.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
AS HÉRNIAS DO PRESIDENTE E DESTE PAÍS
Coisas há, que me dão que pensar. O Presidente Marcelo, alguém com quem simpatizo, rapaz um pouco mais novo do que eu, está "acometido" de uma hérnia inguinal: precisa, como é óbvio, de uma cirurgia rápida, como mandam os catecúmenos. E a comunicação social rejubilou: ...Há material para "triturar", enquanto o Marcelo "vai à faca". Pela parte que me toca, desejo-lhe melhoras e rápida recuperação. Não posso é desejar o mesmo, à comunicação social, sempre tão pronta a cobrir os acontecimentos. Uma hérnia, que tanto trabalho lhe está dando, tem de ser "aproveitada"... Por mim, já vou na quarta ou na quinta, algumas repetidas. É talvez, resquícios de um fadário açoriano, ter hérnias, e o Marcelo também tem essa costela e essa característica e está a ficar também "velhinho". Agora a comunicação social, cumpre e bem, a sua missão: badalar a hérnia ou as hérnias do Presidente deste país, não todas, claro. As que interessam. Aí fico pensando, nos chavões desta insipida democracia: igualdade, etc, etc. E recordo o Pessoa, que não enjeitava um copito, quando bem cheio, ali ao Martinho junto à arcada no Terreio do Paço, ao dizer: (...) Uns mandam no mundo. Os outros são o mundo)... e ele, eu e tu, também são esse mundo... E eu pergunto o que é a igualdade? E o que é o mundo ou melhor, esse mundo e a quem ele pertence? À comunicação social? Aos de que ela se ocupa e badala? Ou a todos nós, ínfimos e ignorados expectadores?
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