QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Ilhas desconhecidas ou a magia a descobrir?
Não exagerando: os Acores são uma espécie de "oasis", neste espaço em que vivemos e que se chama Terra. Nove ilhas localizadas no meio deste imenso rio, que se chama oceano Atlântico; mil e quinhentas milhas para um lado, o leste e duas mil e quinhentas para o outro, Oeste, tendo como espectadores os granders centros da civilização e modernidade humana e os grandes continentes, Europe/Africa, de um, Américas, Norte e Sul, do outro. É ainda uma magia intocável e intocada, preservando ainda a natureza no seu melhor, oriunda de grande parte do globo, não lhe escapando a humana, pelo seu povoamento e história. De natureza geológica estritamente vulcânica, à excepção talvez de Santa Maria, é ciclicamente assolada por crises sismicas, por vezes em muito semelhantes, às que as terão gerado. como a dos Capelinhos, em finais de 1957, meados do século XX, qual gerou uma pequena ilha na sua costa.
O panorama humano na sua história de vida, teve momentos altos e muito dificeis. A fome por vezes, rondou por perto. Terras queimadas, comunicações com o exterior deficientes e dificeis, mares tempestuosos. Foi preciso sair para terras mais alargadas por vezes longincuas. O açoriano é, um eterno viajante: foge da terra que o viu nascer que ama e que continua amando e va semear amor vida e amor muito para onde vai. Uma vida de muitas partidas e poucos regressos
terça-feira, 20 de julho de 2021
UM AVISO
A quem teve a "ousadia" de ler o meu último romance, "Sinais de Infinito", e que melhor pensaando, nada tem de romance, é antes uma narrativa, de cunho documental e realidade ficcionada,que demorou alguns anos a construir tendo começado em principios do século XXI e ao qual faz uma abordagem, do que pensa ser o caminho traçado pelo mesmo, (o próprio titulo aponta para uma provavel desorientação humana), em que a tecnologia, decidirá do futuro e da propria sobrevivenci. Poderá mesmo dizer-se que aponta para uma determinada cultura da loucura, em que a propria tecnologia tentará à sua maneira, substituir, alterar, modificar e até suproimir a mente humana. Sobreviverão algumas mentes, que determinarão essa escolha. E apelida-o de "o Século da loucura~. Hoje, passados que são oito anos, somando os que o livro demorou a ser escrito, é possiovel ajuizar se afinal se trata de uma ficção, ou se é uma realidade que nos vem a caminho. Poderá especular-se a intenção do autor, como o próprio titulo, que aponta para um aumento infinito de existencia, com as proprias consequencias que adviriam.
domingo, 4 de julho de 2021
A CURIOSIDADE DE UMA DATA - O 4TH JULY
O FOURTH JULY Os Açores, em geral e o Faial, (a Horta, muito em particular), têm uma relação de amizade, com os Estados Unidos da América, tão viva e tão antiga, que ultrapassa as calandras do tempo. Um Registo também para o Presidente Trump de vivencias e memória: Familias inteiras ao longo dos anos, oriundas desta e de outras ilhas açorianas, e do mundo em geral, rumaram e fixaram-se em terras ainda desconheidas do Novo Mundo, ajudando-o a crescer e a tornar-se naquilo que é hoje. Foram os artífices e os oficiais da baleacão; Foram os Corte-Reais, os Teive, e muitos outros, navegadores, aventureiros, sem nome e sem rosto, que ajudaram a construir estes Estados Unidos e até o mundo que hoje temos. Recentemente a crise sísmica do vulcão, ocorrida nos Capelinhos, também engrossou, essa emigração para aquelas paragens. Por isso e muito mais, falar da América, sobretudo da sua história, é falar também dos Açores, do Faial e da Horta em particular. E é uma estranha coincidência de datas, (ocorrências e factos), o 4th July, faz-nos rebobinar no cérebro, toda essa já pretérita história. A primeira, celebrando a Independência da grande nação Americana, A segunda, a elevação da vila da Horta, a cidade, da pequena povoação da Horta nos Açores, a cidade. Aqui se fixaram ricos comerciantes americanos, e não só, que muito dinamismo trouxeram à terra.. O primeiro consul americano nos Açores, aqui se sediou. Uma »dinastia e um »clã de ricos e abastados comerciantes, ligados ah dinâmica` e ao comercio e mercado dos transportes marítimos e do mar. Eram eles os Dabneys, uma família descendente de huguenotes europeus, família e gente que por cá andou cerca de um seculo e que deixou historia e obra ainda hoje presenciada em obra arquitectónica edificada
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
CONTO DE NATAL - O NATAL DE UMA PRINCESA
Olga Lysaya, professora do Conservatório, da cidade da
Horta, ia tangendo o velho órgão de tubos da igreja Matriz, enchendo o vetusto
templo, com o quarto andamento da Pastoral para órgão, de Yonson Sebastian
Bach.
Era noite de Natal e celebrava-se a Eucaristia, vulgarmente
chamada "Missa do Galo", um evento que me trazia recordações de outros tempos,
de outros natais, e a suavidade de uma infância, há muito deixada para trás,
perfume resguardado nos recônditos da alma, que extravasam em certos dias,
e em certos natais, tendo como suporte, a recordação da família, reunida à volta
da lareira, e a alegria inocente da prenda, ali na chaminé, enegrecida da
fuligem, exalando o acre-doce das lenhas verdes de pinho e acácia, misturadas no
"fumeiro" das morcelas e linguiças, que o pequeno e rotundo suíno, (miraculoso
mealheiro no tempo), havia reservado para aquele e outros dias festivos.
Era essa visão longínqua, que me mantinha preso à doçura da infância, e a todo
um mundo de inocência e virtudes, de proporções muito vincadas e eternas.
Pela mente, flutuavam as fantasmagorias de um tempo perdido,
retido nos escaninhos do peito: via-me caminhando na lonjura da vida, pela mão
da pessoa que então mais amava, minha Mãe, ambos curvados na força do vento, a
caminho da igreja. E pelas ruelas estreitas, sentia os mesmos aromas de
santidade, que àquela hora as pessoas recolhiam na alma, vindos das travessas
circundantes, fazendo daquela noite, o meu sonho da Natal: era um veleiro,
enxergado lá muito ao longe, ao passar pelo "portinho" da Calheta de Pêro de
Teive, o "Crioula", como singelamente me haviam informado, tão pequenino e
rasante nas águas, que me fazia cismar, como seria possível haver vida,
ali dentro. Era a suavidade de um intenso aroma de ananás, vindo de um armazém
ali por perto, aguardando o embarque para terras distantes, transportando-me a
outros e novos mundos, para além daquele mar profundo e imenso. Era o sino
da torre, arrulhando na noite, a voz de um Deus, que eu temia, por saber
tudo e estar em toda a parte, e que me acompanhava nas longas caminhadas
para a escola e me ajudava nas horas difíceis, que surgiam.
Uma infância de rica pobreza, em que as trivialidades
ganhavam o peso das grandes obras. Em que o respeito pela idade, era o respeito
pelo saber e pela experiência. Em que a vida, fazia sentido, porque era
conquistada, no dia-a-dia do sonho e da adversidade.
Os últimos acordes iam-se agora extinguindo, deixando na
mente das pessoas, o flutuar de um certo desencanto, porque expugnadas da
"ambrósia" exalada daquele velho instrumento, que nos graves profundos, fazia
ainda tremar peitos e encantar almas.
Naquele ambiente, esbatido e pensabundo, fui dando conta do
que fora aquele ano: um ano triste, talvez muito igual a tantos outros, caídos
na bruma do tempo, mas sempre tão diferentes para cada pessoa, como pessoa e
como ser: as guerras recrudescendo para os lados da Jugoslávia. Um Zaire,
primitivo e tribal, fazendo do genocídio um jogo trivial, em finais do século
XX. Os atentados à bomba, na Irlanda e no Médio Oriente. A intolerância
religiosa. As seitas em holocausto, buscando a morte como alivio para as suas
vidas sem sentido. A pedofilia, um "cancro" de apetências e sexo. Os acidentes
nas estradas: a loucura da vertigem, um mundo de técnica e de ciência, ao
serviço do humano, mas em que as grandes ânsias, não encontravam respostas.
E a dor, derramada pelos quatros cantos da Terra, pousara
também em mim inesperadamente, naquilo que julgara pertencer-me: na família. A
companheira de tantos e tantos anos, partira...E uma solidão, sem medida e sem
rosto, entrara por uma porta escancarada, a mesma que se mistura à incredulidade
dos sofridos: estava só, a enfrentar só, o fim dos Invernos da vida.
Ideias difusas, sequestraram-me a alma, olhando um
mundo vazio, sem esperança, sem sequer haver lugar para sonho. E interrogações
variadas foram-me assaltando, por um ror de tempo sem resposta, fazendo-me
concluir do burlesco e sem sentido, de que se reveste a vida. Não éramos um
subproduto\\\\\\, de forças cegas, apenas animado de movimento: tínhamos direito
a um destino, nunca ao solitário esquecimento da tumba.
Estas e outras questões haviam contribuído para
que fosse levado ao convívio daquela assembleia: um evento que era afinal a
revisitação de outros t6empos, de outros natais, forjados nos tempos de criança,
da ingenuidade e da fé.
Assim entrara naquela igreja para assistir àquela
missa, referência de um necessidade ou finalidade existencial, que me tremeluzia
ni íntimo.. Essa era a referência de um passado, urdido de coisas simples,
esfumado, misto de ideias e factos, palavras, até sons, companheiros ao longo do
tempo. Enfim, um pequeno e grande que respondia ao âmago de uma fé abalada, mas
ainda porventura latente.
- Em nome do Pai, E do Filho, e do Espirito Santo
- foi em surdina dizendo o sacerdote, enquanto dava a ablução à onda de
fiéis, que num "Ámen", ecoado e sentido, lhe confirmavam a fé.
- Ide em paz, e que o Senhor vos acompanhe - rematou o
sacerdote, deixando fruir na atmosfera, de aromas e silêncios, um naco de
aliviada paz enternecida.
Rilheiras de gente, foram-se projetando para a grande
porta almofadada e os olhares cautelosos, num ritual, que a rotina aconselhava,,
dirigiam para as escadas imensas, tão grandes, quanto
gigantescas ondas, em tardes de Agosto.
Por aqui e por ali, iam-se trocando as saudações,
no vaivém da tradição e os vultos iam-se perdendo na mansidão da noite.
Vindo por perto,, chegava um agreste farfalhar de
franças, ondeando na direção do vento.
Dois arruamentos em declive, mais ou menos simétricos, projetavam-se para
o centro da pequena cidade. Instintivamente fui levado a deslizar por aquele,
que me parecia ficar visivelmente mais por perto. A Calçada, lisa e húmida,
mostrava-se escorregadia, não se compadecendo, por aquele, que àquela hora,
mais temerariamente estugasse o passo.
Uma enorme e imensa criptoméria, decapitada na
pujança da vida, trazida dos matos da Caldeira, fazia as "honras" de um
jardinzito fronteiriço, que vergada, ia deixando tremeluzir algumas
lâmpadas multicores, escapadas à gula da intempérie, e que teimavam ainda
em dar o seu sinal de vida, derramando riachos irisados, numa velha
parede, que por ali ainda havia.
E as pessoas iam-se dispersando na quieta
pachorrência dos silêncios da noite.
Passava agora por um Largo, que ostentava a nome de um
dos mais ilustrados políticos do século XIX, nascido ali perto, numa ruela
ali mais acima, e que merecera, não só as honras do monarca D Luís, como
de todos os escadâmes do poder na capital portuguesa - Lisboa. Seu
nome António José D´Ávila, Conde e mais tarde, Duque do reino: uma pequena
praça, ladeada pela velha casa que aboletava a policia e o sumptuoso edifício
dos CTT E lá estava ele sempre - o Duque, bem no
centro, com a sua figura circunspecta, rosto magro, escanteado, longas cãs e
escorrerem-lhe pela face, e olhar esfíngico, posto no horizonte ou no
infinito, resplandecente no verdete do bronze, a imprimir-lhe um ar de eterno
mensageiro. Na mão, na sua mão direita, bem à altura da cintura, delicadamente
enrolado, exibia-se a chancela régia, no decreto que dera, à então vila da
Horta, a alforria de cidade, fazendo dela, a terceira no arquipélago, feito que
lhe valera o perpetuar do nome, nos anais da história da terra. Personalidade
multifacetada de homem e de político, atingira no seu tempo as honrarias que
todo o homem pode desejar, tendo percorrido e por vezes diversas todos os
escadámes do poder.
Homem interessante que nunca enjeitara a sua origem
humilde, fazendo mesmo relembrar aos menos conhecedores ou bajuladores,
principalmente adversários políticos, quando ou a quem, a ocasião aconselhava. Em
determinado encontro palaciano, ter-se-á mesmo apresentado como, "Duque
D´Avila e Bolama," mui digno filho de uma lavadeira e de um sapateiro,
afinal uma personalidade para quem os "alcatruzes" do poder nunca fizeram
olvidar a terra, nem a modesta casa em que viera ao mundo, numa ruela
estreita, para os lados de um velho convento carmelita, convertido mais
tarde em aquartelamento militar, após a implantação da República. O seu
fulgurante percurso terá sido talvez e apenas, "manchado",, por um incidente
literário, liderado por outro seu patrício açoriano, , de nome Antero de
Quental, , que na ousadia dos verdes anos, imbuído de ideais universalistas, se
terá oposto ao "status" literário do tempo em Portugal, período em que o Duque
detinha o mais alto cargo da hierarquia do Estado no tempo.
Na sua dimensão de homem,
mais do que na de político, não terá sido diminuído. E pelo desassombro,
pelas origens humildes, pelo amor acrisolado à terra, era credor da minha
inteira admiração.
Senti-me reconhecido com a atitude de uma edilidade, que um século após o
seu nascimento, ter-lhe testemunhado algum apreço. pelo que fez, e lamentei
a hipocrisia, que em muitos casos, a morte vai escamoteando: é-se digno, bom,
humanista, quando a luz se extingue. Por vezes. sendo o quanto baste. Quantos o
mereceram? Quantos o merecem?
E num relance fui dando conta da diferençados comportamentos entre os publícolas do tempo, e dos que agora andavam na ribalta, do seu prestigio, da sua abnegação, do seu servir os propósitos da terra. E do proverbial marasmo, com que se costumava rotular a vida nas ilhas e as suas gentes, que sem deixar de ter algum foro de verdade, contrariava grandes eventos e grandes vultos, que em momentos cruciais da nação portuguesa, surgiram como continuadores de uma gesta nascida havia muitos anos.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
AS ELEIÇÕES
Se dúvidas haviam, àcerca de politicas e de politios, das suas decisões, da sua consciência, do seu sentido de Estado e do seu oportunismo, (e não me venham, com o (é democrático e que a democracia, tudo permite e tudo aceita), revejam a votação na AR para este Orçamento, o Orçamento de Estado para 2021. O Bloco de Esquerda, que quando se iniciou o regime democratico e se formou em Partido, nem aceitava sequer (e bem à semelhança de outros Partidos que se encapotaram, e que agora teem representantes, bem escarrapachados e a ganhar e bem), na Comunidade Europeia, como uma alternativa democrática, aos destinos da Europa, agora nesta votação, votou contra o orçamento, lado a lado, vejam só, com toda a direita e extrema direita portugues(uma nuance ou uma aberração que a democracia devia dispensar e que está a surgir em força e por todo o lado na Europ. Numa altura em que o país está de tanga, de rastos, economica e financeiramente, que se vê a braços, com uma pandemia mundial, sem fim ainda à vista, isto a que se assiste, é no minimo uma vergonha. Quem tinha dúvidas, deixou de as ter. Em politica o vale tudo, é uma realidade.
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
Viver mais e melhor
Ao homem, dois imensos desafios se lhe apresentam no futuro. O primeiro: diz respeito à sua própria sobrevivência, que de forma natural e apoiando-se na própria Natureza, conseguiu até aqui e conseguirá no futuro, recorrendo, a inteligência, à ciência e ao bom senso.
O segundo, prende-se com a permanência, no espaço que a ele foi confinado - a Terra.
Ambos estarão sempre ligados sempre à ciência e à aventura espacial, ao descobrimento dos inimigos biológicos, e à interação e ao estudo dos processos degenerativos que o tempo vai gerando. O ser humano, precisa de avançar com processos, que lhe permitam viver mais, para lhe justificar, a grandeza que o rodeia e que possui.
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O segundo, prende-se com a permanência, no espaço que a ele foi confinado - a Terra.
Ambos estarão sempre ligados sempre à ciência e à aventura espacial, ao descobrimento dos inimigos biológicos, e à interação e ao estudo dos processos degenerativos que o tempo vai gerando. O ser humano, precisa de avançar com processos, que lhe permitam viver mais, para lhe justificar, a grandeza que o rodeia e que possui.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2020
Mata, mata, mata!
O Tempo foi fugindo, passando, perpassando, foi mesmo ultrapassando, tudo e todos, até a si próprio. As telecomunicações, foram-lhe puxando as rédeas, às vezes as orelhas, foram-lhe "adoçando o bico"; foram-lhe dando, o de que ele não tinha conhecimento, pelo que estava fazendo, em toda a parte, em qualquer parte, em qualquer hora e em qualquer lugar.
A mensagem, transmitida à letra e à palavra, por um aparelho frugal aparelho que lhe chamavam "chave Morse", passamos, à imagem, à fotografia, ao video, tudo isso com requintes de malvadez, a um "dejas vue", que não impressiona, nem ajuda ninguém, que se quedou por isso mesmo, como se nada mais houvesse para descobrir ou adicionar. E eis que um malfadado e pequeno virus, o cod19, insignificante, surge e quase imoral, vai matando por este espaço a que deram nome Terra, vai matando, velhos, idosos, novos, e até jovens e crianças. E aparecem os descobridores das Americas, em busca de vacinas, de dinheiro, de fama, mas o Tempo, o tal que tudo faz e tudo desfaz, vai-se rindo a bandeiras despregadas: nada. E vem aí uma segunda vaga, dizem os sábios.... Mata, mata, mata, diria um treinador de futebol em fim de época ou de Liga. Mas a única realidade: é que ainda não há vacinas. E o Tal virus, mata, mata, mata...
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