Livro "Sismo na Madrugada".
QUANDO AS LETRAS SÃO IMAGENS
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ao Sócrates - Inspirador e amigo - Com um eterno abraço
(...) Mas o gatinho, que andara bem perto da tumba, crescera e enrijecera a olhos vistos. Tornara-se num "gatão": num enorme "taby" a rondar os oito quilos nos melhores períodos de descanso e descio, sem nunca deixar mesmo assim, que alguém lhe roubasse da memória, a sua fatídica e velha origem - a rua.
Livro "Sismo na Madrugada".

Livro "Sismo na Madrugada".
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Oh, Humberto, eu sei que o Sócrates era o maior amigo e companheiro da personagem principal do "Sismo na madrugada", mas... do autor? Explica-me lá isso.
ResponderEliminarBjs, meu Amigo.
Um segredo que só agora desvendo.
ResponderEliminarEste gatão que viveu cerca de duas décadas humanas, foi o grande inspirador de todo um capítulo, penso que o 24º. Agora a personagem central não sou eu certamente, mas Quevedo, um solitário magoado com a vida e com os homens, que morreu no sismo de 1998, mas não do sismo. E o Sócrates também...
Um bem haja e continua. Sempre olhando os porquês da vida, minha boa amiga...
Margarida! Todo o escritor acaba por se esconder atrás daquilo que escreve...
ResponderEliminarEmbora hajam académicos a dizer o contrário...
De qualquer maneira a observação é pertinente...
E sobretudo muito oportuna.
Caro Senhor Humberto
ResponderEliminarTenho um dos seus livros, mas, ainda não tive oportunidade de o ler… mas já o folhei!
Felicito-o pela sua disponibilidade interior, sensibilidade e dedicação à escrita nestes tempos em que as pessoas não se olham, mas, que se atravessam!… Mesmo assim , esperemos que muitas outras (pessoas) possam dedicar-se à (sua) literatura, a qual incluí e, está incluída num mundo que, tantas vezes, sem o merecermos, nos/lhes é hostil!
Felicidades
Cidália
D. Cidália
ResponderEliminarMuito lhe agradeço. Vejo que partilha tal como eu, de um mundo, infelizmente abstruso e antinómico, para muitos...
Mas alguém, mesmo ousando esse mundo, de forma solitária, tantas vezes dolorosa, está a ser cada vez mais necessário...Muito embora a vida continue sendo algo de mágico e de maravilhoso.
Um bem haja para si e para os seus
Humberto V. Moura